Entidades, associações e sindicatos que representam o setor de alimentação fora de casa no Brasil assinaram manifesto pedindo a ajuda urgente do presidente Jair Bolsonaro. O documento traz uma lista de medidas emergenciais para minimizar o impacto negativo da pandemia.
O segmento reivindica questões de ordem financeira, tributária, trabalhista/previdenciária e imobiliária. O manifesto foi encaminhado à presidência e ao Congresso Nacional. Assinam o texto entidades como a Associação Nacional dos Restaurantes, o Instituto Foodservice Brasil e a Associação Brasileira de Franchising.
Queda de 70% nas vendas
O setor representa 1 milhão de estabelecimentos que geram 6 milhões de empregos com faturamento anual, antes da pandemia, de R$ 250 bilhões. Mas acumulou 70% de queda nas vendas no período de abril a junho de 2020.
Empregos ameaçados
As entidades preveem que 25% dos estabelecimentos no Brasil irão à falência se não houver uma ação dos governos federal, estaduais e municipais de apoio ao setor. Caso contrário, 1,5 milhão de pessoas podem perder o emprego.
Linhas de crédito subvencionadas, suspensão dos protestos no Serasa, SPC e Cadin, adiamento e parcelamento de impostos e a abertura de um Refis Nacional estão entre os pedidos.
“O manifesto do setor de bares e restaurantes do Brasil teve a participação ativa aqui do nosso Sindhobar, por entendermos que as medidas precisam ser imediatamente implantadas. Estamos numa situação muito crítica”, destacou Jael Silva, presidente do Sindhobar DF.
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