Eduardo (ainda?) manda

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Por ordem do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, PP e PR não marcaram presença na sessão do Congresso que deveria apreciar os vetos. Ele quer que o presidente do Senado, Renan Calheiros, ponha para votar o veto ao financiamento das campanhas Por empresas privadas. Como no final da manhã havia poucos deputados mobilizados, a sessão caiu e ficou tudo para amanhã, quando a tendência é a de que essa novela se repita. 

 Moral da história: todos os ministérios entregues aos partidos ainda não foram suficientes para que o governo imponha sua vontade em plenário. O jogo político continua bruto no Congresso.

Indicados os ministros, a hora dos testes

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A presidente Dilma  anunciou nesta sexta-feira seus novos ministros.No discurso mencionou diversas vezes a necessidade de equilíbrio na coalizão de governo e estabilidade política. Mas, se dará certo, é outra história. Como me disse um ministro hoje “é igual mulher que acaba de engravidar: Não dá para saber de que jeito vai ser o menino”.

De fato, o primeiro evento teste da reforma será a apreciação dos seis vetos polêmicos, com que podem inclusive comprometer o ajuste fiscal. Será a hora do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani, mostrar que tem poder de comandar sua bancada e que os ministros têm alguma capacidade de articulação. O governo espera, pelo menos, 50 votos do PMDB. A sorte está lançada. 

Moema Gramacho será ministra dos direitos sociais

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A deputada Moema Gramacho (PT-BA) será a nova ministra da pasta que reunirá  Direitos Humanos, secretaria das Mulheres e, ainda, Igualdade Racial. Moema nasceu no Pelourinho, em Salvador, foi prefeita de Lauro de Freitas e é ligada ao ministro Jaques Wagner, que sai da Defesa rumo à  Casa Civil no lugar de Aloizio Mercadante, de malas prontas para retornar à Educação. Falta fechar as vagas do PMDB. A tendência de Dilma ontem era colocar Marcelo Castro (PMDB-PI) na Saúde, e Celso Pansera (PMDB-RJ) na Secretaria de Portos. O anúncio oficial deve sair amanhã, quando a presidente Dilma Rousseff pretende concluir a reforma. 

   Quanto ao PSB, cotado para retornar ao Ministério da Ciência e Tecnologia, não chegou a haver um convite formal, porque a sondagem feita na semana passada foi negativa.  

AS ALAS DO PMDB EM LITÍGIO

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Coluna do dia 24-09
 
A guerra do PMDB 

(e Dilma no meio)

A operação da presidente Dilma Rousseff para levar o PMDB da Câmara ao governo terminou gerando ciumeira entre os senadores do partido, que passaram a considerar os ministérios destinados a eles inferiores àqueles oferecidos aos deputados. Isso sem contar a perda de poder do vice-presidente Michel Temer, que, pelo desenho perde dois ministros: Edinho Araújo (Portos) e Eliseu Padilha (Aviação Civil).

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Em tempo: dizem os peemedebistas que a disputa pelo comando do partido entre os senadores, os deputados (leia-se Eduardo Cunha) e Michel Temer está em curso. E que Dilma terá que organizar a sua base no meio desse tumulto. Lula está em campo desde a semana passada para ajudar Dilma a atravessar esse campo minado.

O X da questão de ordem

Ok, Dilma pode até conseguir levar uma maioria do PMDB para o seu governo. Mas isso não significa que deixará de enfrentar uma votação sobre possíveis processos de impeachment no plenário da Câmara. É que na resposta que Eduardo Cunha vai ler hoje está dito que seja qual for o resultado da comissão a respeito do processo, quem dá a última palavra é o plenário da Casa. Portanto, ainda que a comissão seja composta por amigos do governo, não será possível liquidar o processo no nascedouro.

Operação segura Jader

A presidente Dilma Rousseff acenou com a nomeação de Helder Barbalho para uma estatal. A ideia de fazer com que o quase ex-ministro da Pesca “caia para cima” tem o objetivo central de segurar o senador Jader Barbalho ao lado do governo.

O 5º elemento

Decidida a dar dois ministérios para os senadores do PMDB e dois para os deputados do partido, Dilma se mostrou disposta ainda a oferecer uma quinta vaga ao partido. E aí começou a disputa: o grupo mais ligado ao vice-presidente Michel Temer cita Eliseu Padilha, atual ministro de Portos. O líder Leonardo Picciani pediu a manutenção de Henrique Eduardo Alves na equipe.

CPI, últimos capítulos

A CPI da Petrobras encerra seus trabalhos no mês que vem do jeito que terminam as novelas de baixo índice de audiência. A ideia é começar a trabalhar o relatório final, sem tocar na história dos políticos denunciados ou citados no episódio. A ordem é não expor ainda mais os parlamentares.

Agora não vai/ Quando foi citado pela primeira vez por um delator da Lava-Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi para o Salão Verde e rompeu com o governo. Desta vez, foi dizer que a nomeação de novos ministros não resolverá o problema de apoio ao Poder Executivo para aprovar temas espinhosos como a CPMF.

Vida de mulher delegada/ A pesquisa sobre as delegadas federais que será divulgada hoje indica que ainda falta muito para haver igualdade de gênero nessa profissão: 45% se disseram humilhadas por colegas de nível hierárquico superior. O mesmo percentual vale para aquelas que se sentiram humilhadas por colegas do mesmo nível hierárquico. Para completar, os cargos de chefia também estão em sua maioria nas mãos dos homens.

O nome dele é oposição. Ah, tá!/ Cobrado pelos partidos de oposição sobre a posição de aliado do governo adotada pelo PMDB, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse que foi contra o ingresso do partido no governo e que as indicações tiveram o dedo do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (foto). Os oposicionistas acreditaram, mas vão ficar de olho.

Novas cores/ Parecia até combinado. A maioria dos deputados candidatos a ministro desfilou ontem de gravata vermelha pelo Congresso. Há tempos, não se via tantos sorrisos no gabinete do líder do PMDB, Leonardo Picciani.

Eduardo Cunha entra no governo

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E Eduardo Cunha entra
 
No início da tarde de ontem, circulou a notícia de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, conversou com o líder do partido, Leonardo Picciani, para manter o antecessor Henrique Eduardo Alves no governo. Depois de conhecidos os nomes indicados pelo partido, todos os cinco aliados de Cunha (veja os nomes nos posts abaixo), muita gente considerou a conversa entre os dois sobre Henrique apenas jogo de cena. Cunha entrará no governo pelas mãos da bancada, enquanto Henrique ficou “pendurado”, embora setores do partido trabalhem para mantê-lo. Em tempo: há quem diga que esse ingresso de Cunha foi costurado por Lula, o padrinho de Dilma.
 
Dilma na guerra…
 
Nunca antes na história de seu governo, a presidente Dilma Rousseff foi tão atuante politicamente. Ontem, ligou pessoalmente para o deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG) para dizer que não havia barreiras ao nome dele para ministro da Saúde. Pela primeira vez, telefonou para a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS). Pediu voto em favor dos vetos. Mencionou ainda o perigo de o dólar subir ainda mais.
 
…. e sem anteparos
 
Dilma ligou para outros aliados, como Jader Barbalho, que corre o risco de ver o filho, o ministro Helder Barbalho, da Pesca, fora do governo por causa da perspectiva de extinção da pasta. De Ana Amélia, Dilma ouviu um não. A senadora é certa em favor do aumento dos servidores do Judiciário: “Foi uma proposta enviada por outro Poder. Se não há recursos para o pagamento, eles deveriam ter mandado um reajuste menor”, comentou ela, repetindo o que havia dito à presidente da República. Há tempos, a presidente não se expõe tanto a ouvir negativas.
 
Barriga de aluguel
 
O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, será apadrinhado pela bancada de senadores, embora tenha sido escolha pessoal da presidente Dilma Rousseff.
 
Déjà-vu
 
Fernando Collor de Mello, no início de 1992, praticamente um ano antes do impeachment, levou para o governo o PFL de Jorge Bornhausen (Casa Civil) e Ricardo Fiúza (Bem-Estar Social). Na Justiça, colocou o jurista Célio Borja. Na Fazenda, Marcílio Marques Moreira. O PFL não evitou o impeachment de Collor. Há quem veja a história se repetindo com o PMDB e Dilma. A conferir.
 
E no TCU…
 
O ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes, que já cantou aos quatro ventos a possibilidade de rejeição das contas da presidente de 2014, estuda antecipar seu parecer final para não ficar sujeito a pressões e a chantagens de toda a ordem.
 
Uma aula para quem gosta do Direito/ O UniCeub recebe desde ontem grandes nomes do Direito com o evento Questões Jurídicas Atuais, das 9h30 às 11h30. A abertura do ciclo de palestras ficou a cargo do ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Instituto UniCeub de Cidadania, Marco Aurélio Mello (foto). O encerramento, na quinta-feira, será com o vice-presidente da República, Michel Temer. Hoje, será a vez da ex-ministra do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie.
 
Te cuida, Dilma!/ Alguns políticos apostavam ontem: “Quem vai segurar Jader Barbalho, caso ele veja o oposicionista Eduardo Cunha tomando conta do governo e Helder Barbalho fora do governo?”
 
Ninguém segura/ Os próprios políticos consideravam segurar Jader Barbalho uma missão impossível. O senador que já enfrentou Antonio Carlos Magalhães não abaixará a cabeça para Dilma.
 
Sistema S // O ministro Aloizio Mercadante está decidido a manter o corte de 30% no orçamento do Sistema S, como estabelece medida anunciada pela equipe econômica, mas sinalizou com a possibilidade de abrir mão da retenção de recursos de entidades que assumam as dívidas existentes no Pronatec até o valor de R$ 6 bilhões. A Confederação Nacional do Comércio (CNC) resiste à proposta, mas uma medida provisória deve estabelecer um parágrafo único prevendo as exceções ao corte.

No balanço das horas, nomes mudam

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   Da noite de ontem para a manhã de hoje, cresceu o número de deputados indicados para ministro dentro do PMDB: Para infraestrutura, nome provisório atribuído à junção das pastas de Aviação Civil com a de Portos, foram seis indicados: Do Rio de Janeiro, entraram na lista Celso Pansera e Washington Reis; de Minas Gerais, Newton Cardoso Júnior e Mauro Lopes. Foram indicados ainda José Priante, do Pará, e Sérgio Souza, do Paraná. Para a Saúde, permaneceram Manoel Júnior (PB) e Marcelo Castro (PI). 

  Carlos Marun saiu da lista porque pediu. Dada a sua posição crítica em relação ao governo, preferiu não ser incluído entre os ministeriáveis. Dilma ficou de dar uma resposta ao partido até amanhã, mas os ministros não descartam que ela termine adiando a reforma para a próxima terça-feira, quando estará de volta ao Brasil, depois de participar da abertura da Assembleia Geral da ONU, segunda-feira, em Nova York.

ALIADOS DE CUNHA INDICADOS PARA MINISTRO

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Para quem é oposição, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não pode reclamar do tratamento recebido. Quatro de seus aliados mais fiéis saíram agora da reunião da bancada do PMDB candidatos a ministro: Celso Pansera (RJ), José Priante (PA) e Carlos Marun (MS) indicados para a pasta de Infraestrutura. Manoel Júnior  (PB) e Marcelo Castro (PI) para a Saúde. Dos cinco, só Marcelo não é mais tão aliado de Eduardo Cunha. 

O PMDB decidiu participar do governo por 29 votos a 9. OU seja, na hora que tem ministério, a galera adere.

Arthur Chioro, o ministro da Saúde, está nesse momento do palácio do Planalto.

E a culpa da crise vai para…

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Ensaios palacianos

Se o governo não conseguir aprovar o pacote de medidas que reforçam as receitas da União, a ordem será colocar a culpa por eventual agravamento da crise econômica no colo do Congresso Nacional, mais precisamente na Câmara dos Deputados. Nas conversas palacianas, tem sido corriqueiro ouvir que um grupo expressivo de congressistas trabalha para derrubar Dilma, e não para discutir as medidas que ela apresentou, e nem as que apresentará.

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Se o andar da carruagem seguir neste ritmo, de discutir impeachment em vez de economia, não restará à presidente muito mais o que fazer, a não ser dizer que trabalha para debelar a crise, enquanto seus adversários só pensam em tomar o poder. E não se surpreendam se aqueles que desejam o afastamento de Dilma propuserem medidas semelhantes ou até piores, caso assumam o poder.

Dilema tucano

Por mais que aposte no impeachment da presidente Dilma Rousseff, o PSDB resiste em dar a vaga de oposição a Lula. É que, se o impeachment vier, o ex-presidente será o primeiro a voltar aos palanques para dizer que a sucessora caiu porque fez tudo o que estava ao seu alcance no sentido de manter os benefícios sociais. Aliás, Lula tem ensaiado esse discurso de que Dilma resiste à “sanha daqueles que não se preocupam com as necessidades do povo e só pensam em poder”.

Dilema de todos

O receio dos partidos é o de que a situação vire de repente, porque o cenário político está muito volátil. E, sabe como é, diante da volatilidade, se o discurso de Lula colar — e ele é bom nisso — a hipótese de o PT voltar ao poder não será tão remota.

Lava-Jato, o retorno

Para quem considera que a Operação Lava-Jato está meio devagar, quase parando, é bom saber que essa calmaria não vai durar muito. Já há uma série de novos mandados em formatação. E mais gente na roda. Os alvos? Nem às paredes os investigadores confessam.

“Se Dilma não apresentar uma saída para o Brasil, não tem saída para ela”

Do senador Walter Pinheiro (PT-BA)

[FOTO2] Hora de repensar a segurança/ Relator da PEC da Reforma das Polícias, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o deputado Raul Jugmann (foto), de Pernambuco, abriu, em Florianópolis, uma série de 11 seminários com as categorias envolvidas. A intenção é debater a proposta de construir uma nova arquitetura de segurança pública no país, com a adoção do ciclo completo de polícia — em que cada corporação é qualificada para acompanhar o fato criminal em todas as etapas. A discussão promete esquentar. O método encurta caminhos e agiliza os processos. Mas muitos delegados temem “perder poder” para policiais militares.

O que é bom…/ Dois importantes personagens que atuam na Operação Lava-Jato se mostraram satisfeitos com o fato de o Supremo Tribunal Federal ter proibido as doações de empresas para campanhas eleitorais. Para eles, a decisão aperta o controle e a fiscalização sobre o fluxo de dinheiro na política.

…Dura pouco/ Os investigadores não se iludem. Consideram que sempre haverá “criatividade” para empresas fazerem caixa 2 usando pessoas físicas como laranjas. A vantagem é que a regra cria mais equilíbrio na política entre os candidatos e dá mais poder ao dinheiro do cidadão, que também tem o poder do voto.

Batizada/ Depois que Tadeu Fillippeli pegou uma gripe daquelas de ficar de molho, seus amigos da Vice-Presidência da República não resistiram. Virou a gripe Sérgio Moro. Recolhe temporariamente. Só não se sabe por quanto tempo.  

E O PMDB SE DIVIDE

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A guerra interna do PMDB

O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani, começou a passar uma lista para ser reconduzido ao cargo de comandante da bancada no ano que vem. A iniciativa quebra o compromisso, fechado em fevereiro, de promover um rodízio na condução da bancada. Essa briga interna pode, inclusive, comprometer o calendário dos peemedebistas favoráveis ao impeachment, uma vez que Picciani está cada vez mais próximo do governo e não apoia o afastamento da presidente Dilma.

Ministro pendurado

Causou mal-estar entre os palacianos a ausência do ministro da Educação, Renato Janine, em duas agendas da presidente Dilma Rousseff. Na sexta-feira em que o Dialoga Brasil foi ao Piauí, Janine foi dar palestra no Rio de Janeiro. Ontem, durante a entrega do prêmio Jovem Cientista no Planalto, o ministro também não compareceu. Dilma registrou a ausência.

Secretário fortalecido

Nas duas oportunidades e ontem, durante a invasão do prédio principal do Ministério da Educação por grevistas, quem segurou o rojão foi o secretário-executivo, Luis Cláudio Costa. Ganhou pontos no Planalto e fora dele.

E Alckmin diz não

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi sondado sobre indicações de ministros para um possível governo Michel Temer. Respondeu que não está no projeto de impeachment.

Câmara na contramão

Na pauta de hoje da reunião da Mesa Diretora da Câmara vai entrar em discussão uma proposta que, na prática, transforma os cargos de nível médio em nível superior. Isso representará a bagatela de R$ 300 milhões a mais nas despesas com pessoal. Em tempos de corte de gastos, o exemplo deixa a desejar.

E o “do contra” parte do PT

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) anuncia que votará contra a CPMF. “Esse pacote tira o ovo e torce o pescoço da galinha dos ovos de ouro. A hora é de incentivar os exportadores e não de aumentar imposto. Esse plano não tem espinha dorsal”,diz ele, alertando que, aos governadores, o pedacinho da CPMF não compensará a perda de arrecadação do ICMS.

CURTIDAS

O muso/ O deputado Sylvio Costa (PTB-PE) encontra o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) e se saiu com esta: “Estou vendo que a coisa está feia, porque você é o muso do impeachment!”. O parlamentar baiano (foto), que é do tipo que não perde a verve, caiu na gargalhada.

Convivência/ Nem tudo é ódio entre dilmistas e tucanos na Câmara. A presidente da Comissão de Relações Exteriores da Casa, Jô Moraes (PCdoB-MG), está em campanha para fazer da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), presidente da comissão especial que vai discutir mudanças na lei de migração.

E a Lava-Jato, hein?/ O PMDB ainda não relaxou diante da delação premiada de Fernando Baiano.

E o PT não relaxa com nada/ O deputado Paulo Rocha (PT-PA) vai chamar o presidente do partido, Rui Falcão, para uma reunião de análise de conjuntura com a bancada. Já não era sem tempo. Ou o partido ajuda Dilma a montar um plano para sair da crise econômica ou acabará perdendo o poder.