Centrais sindicais e movimentos sociais vão dialogar sobre a pauta da classe trabalhadora e fazer um ato pelo plebiscito da reforma política
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) informou, por meio de nota que, nesta quarta-feira (4), o presidente , Vagner Freitas, a vice, Carmen Foro, secretários nacionais da central, como Quintino Severo (Administração e Finanças), Maria Faria (Adjunta da secretaria Geral) e Júlio Turra (diretor executivo), dirigentes e militantes da CUT de todo o Brasil “farão uma ocupação pacífica do Congresso Nacional”. A ideia, explica o documento, é visitar os gabinetes dos parlamentares, entregar a Plataforma CUT da Classe Trab e trabalhadoras. Muitos itens da pauta têm de ser aprovados pelos deputados e senadores. Por isso, os dirigentes vão falar sobre a importância do diálogo e da negociação para que sejam analisadas, votadas e aprovadas reivindicações como o combate à rotatividade (regulamentar o parágrafo 4 do artigo 239 que pune e prevê multas a empresas cujas médias de rotatividade são maiores do que as do setor); redução da jornada sem redução de salário; fim do fator previdenciário; arquivamento do PL 4.330, da terceirização; e desenvolvimento com valorização do trabalho, entre outros. À tarde, os sindicalistas e militantes vão participar do Ato pelo Plebiscito Constituinte sobre o Sistema Político: “Tem de ser oficial!”. O objetivo é pressionar o Congresso a convocar o Plebiscito. Participam deste ato representantes de todas as entidades nacionais que organizaram o Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana sobre o Sistema Político, realizado em 2014, que arrecadou quase 8 milhões de votos em todo o País – 97% responderam SIM. Além da CUT e da CTB, entre as entidades que construíram a campanha e participarão do ato desta terça estão o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), Fora do Eixo, Central de Movimentos Populares (CMP), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Consulta Popular, Central Única das Favelas do Rio Grande do Norte (CUFA), Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), Associação Favela Viva – AC, Cáritas Brasileira, Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo, Coletivo Quilombo, Educafro.
Brasília, 18h16min
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