Crédito: Paramount Channel/Divulgação
Assim que The handmaid’s tale estreou nos Estados Unidos, as atenções se voltaram para a adaptação do livro de Margaret Atwood. Isso porque a série distópica gira em torno de uma sociedade dominada por um regime cristão opressor, que divide a população em castas, em que as mulheres, os homossexuais e os negros estão na mais baixa classificação.
Em um contexto em que os EUA sofreram um golpe em meio à queda da fertilidade no mundo, as poucas mulheres férteis se tornam propriedades para os comandantes de Gilead — nome da nova república que surgiu no território norte-americano —, aos quais elas servem como aias, sendo obrigadas, todo mês, a passar por uma cerimônia de reprodução, em que são estupradas pelos chefes, para garantir a nova geração dessa sociedade.
A história é contada do ponto de vista de Offred/June, papel de Elisabeth Moss, uma mulher que é afastada da filha e do marido e passa a ter como único objetivo de vida sobreviver ao sistema. Na terceira temporada, que estreia hoje, às 20h, no Paramout Channel, The handmaid’s tale começa exatamente no momento em que terminou a segunda, com June (Elisabeth Moss) tendo que retornar à casa dos Waterford após desistir de fugir com Emily (Alexis Bledel) e a bebê para o Canadá. A motivação da aia para ficar é salvar a primogênita Hanna, que está na casa de um dos comandantes de Gilead.
E, à primeira vista, ela contará com a ajuda de Lawrence (Bradley Whitford), comandante que a acolhe depois de ter sido expulsa da residência dos Waterfords, agora destruída — tanto literalmente quanto metaforicamente, já que Fred (Josephe Fiennes) e Serena (Yvonne Strahovski) vivem um momento de crise no casamento.
A sequência também dá mais destaque ao Canadá, tendo Emily, Luke (O-T Fagbenle) e Moira (Samira Wiley) como os personagens que conduzem essa narrativa. Lá, existe uma mistura de sentimentos do trio e mostra uma atmosfera mais otimista da série. Confira aqui crítica dos primeiros episódios.
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