TNT lança selo de filmes originais; Estreia será com o fofo Convidado vitalício

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Convidado vitalício é o primeiro longa-metragem original da tevê por assinatura. A estreia é nesta sexta-feira (14/2), no Dia de São Valentim

De olho no mercado audiovisual, a TNT estreia um novo segmento em 2020: a produção de longas-metragens originais. O lançamento do selo será nesta sexta-feira (14/2) com a exibição do filme Convidado vitalício, às 22h30, na TNT. A partir daí, o canal divulga toda sexta-feira uma nova produção, já estão previstos: Em um relacionamento sério (21/2) e Vingança FM (28/2).

Escolhido para dar o pontapé no projeto, Convidado vitalício — que, no nome original em inglês, é Plus one (termo que designa “acompanhante” em inglês) — é o típico filme de comédia romântica. A história acompanha os amigos Ben (Jack Quaid, conhecido por The Boys) e Alice (Maya Erskine) que, na casa dos 30 anos, não aguentam mais ter que ir sozinhos aos inúmeros casamentos para que são convidados. Alice, por estar vivendo um momento ruim de pós-namoro. Ben, por, simplesmente, não aguentar mais as perguntas de quando será a vez dele.

Amigos desde a universidade, os dois decidem que, para facilitar as coisas, cada um será o plus one (o acompanhante) do outro. Alice evita as perguntas sobre o ex-namorado e Ben tem a chance de conhecer novas mulheres, com a ajuda da amiga, que sempre serve de cupido.

Crítica de Convidado vitalício

Crédito: TNT/Divulgação

Convidado vitalício é um filme simples de imaginar o final. A premissa é óbvia para quem está acostumado com a vertente de comédia romântica. Mesmo assim é muito legal ver a dupla de amigos descobrindo uma relação para além da amizade. Também é interessante ver que o longa faz piada com os clichês dos casamentos, principalmente, o famoso brinde dos padrinhos e das damas de honra tradicionais nas cerimônias americanas.

Jack Quaid e Maya Erskine têm uma ótima química na tela, o que favorece o desenvolvimento da história. O roteiro também ajuda. Tanto Alice, quanto Ben são relacionáveis. E, por serem diferentes, conseguem dialogar com todo tipo de espectador. Para o público brasileiro, Alice tem um “quê” de Tatá Werneck que aproxima ainda mais ela da gente.

Convidado vitalício é ótimo para quem é fã do gênero e está em busca de títulos no formato no Dia de São Valentim, data equivalente ao Dia dos Namorados lá nos EUA.

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