“Eu lia o Correio Braziliense todo dia”, declara Tadeu Schmidt

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Em entrevista, o jornalista e apresentador do Big Brother Brasil comenta sua ligação afetiva com Brasília, cidade que abriga, pela primeira vez, Casa de Vidro do reality show

Isabela Berrogain

A vigésima sexta edição do Big Brother Brasil começou com um evento marcante: a abertura de cinco Casas de Vidro espalhadas pelo país, convidando o público a participar diretamente da seleção de novos participantes. Uma delas, localizada no icônico shopping Conjunto Nacional, em Brasília, ganha um significado especial nesta história. Não apenas por estar no coração do Centro-Oeste, mas por ser um cenário que carrega memórias afetivas para o apresentador do reality, Tadeu Schmidt.

Brasília não é apenas o palco de uma etapa crucial do BBB 26; é a cidade que viu o potiguar Emanuel Tadeu Bezerra Schmidt crescer e dar os primeiros passos na profissão. Começando sua carreira em 1994, na TV Nacional, e tornando-se repórter esportivo da TV Globo Brasília em 1997, foram os primeiros aprendizados na capital federal que moldaram o jornalista que o Brasil conhece hoje. Em 2000, ele seguiu para a matriz no Rio de Janeiro, integrando as equipes do Esporte Espetacular e Globo Esporte, mas as raízes brasilienses permanecem fortes.

Nesta rápida entrevista, Tadeu Schmidt reflete sobre essa conexão única entre passado e presente, entre a cidade que o formou e o reality show que comanda com maestria.

Entrevista | Tadeu Schidmit

Como é ver, como jornalista que iniciou a carreira em Brasília, uma cidade tão importante para você tendo protagonismo no reality?

Ah, é o maior barato. Ainda mais no Conjunto Nacional, o shopping mais antigo de Brasília, um dos mais antigos do Brasil. É super legal, vou ver a Casa de Vidro em um lugar que fez parte da minha infância, da minha adolescência, foi onde eu cresci e passei tantas vezes na minha vida. Agora, vai ter uma Casa de Vidro decidindo a vida de duas pessoas que vão participar do programa que eu apresento. Tomara que a turma de Brasília seja bem importante nesta edição.

Como a capital federal lhe moldou como jornalista e apresentador?

Enquanto estava na faculdade, o jornal que eu mais lia era o Correio Braziliense, lia todo dia. Eu estudei jornalismo em Brasília e entrei na Globo em Brasília… então, no meu começo de carreira, eu aprendi a fazer reportagem aí. É claro que a gente segue aprendendo para sempre; eu vim para o Rio e continuei aprendendo muito, mas as primeiras coisas que eu aprendi foram na capital do país. Foi aí que eu fiz as minhas primeiras reportagens.

Patrick Selvatti

Sabe noveleiro de carteirinha? A paixão começou ainda na infância, quando chorou na morte de Tancredo Neves porque a cobertura comeu um capítulo de A gata comeu. Fã de Gilberto Braga, ama Quatro por quatro e assiste até as que não gosta, só para comentar.

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