Quem assiste ao reality show americano Cozinhando o impossível (Baking impossible) na Netflix deve ficar atento ao participante Rodolfo Goloso. Isso porque o rapaz é brasileiro e representa nossas cores muito bem, já que, ao lado da engenheira Sara Schonour, ele se sagrou o grande campeão da temporada.
Morando nos EUA desde 2004, o confeiteiro de 42 anos é conhecido na Terra do Tio Sam pela criatividade e pela ousadia. Na frente das câmeras não foi diferente. “Quando vim para os Estados Unidos trabalhei em vários empregos diferentes, mas a confeitaria foi onde me encontrei e consegui usar minha criatividade. Em 2007 comecei a fazer doces e bolos para amigos e família depois da Ana Maria Braga fazer uma competição de pão de mel”, afirma o confeiteiro.
Rodolfo classifica a experiência no Baking impossible como “super produção que foi lançada no mundo inteiro” e como um marco pelo reconhecimento de “vários anos de trabalho duro”. Por isso, o paulista apressa-se em dizer que faria tudo de novo, se preciso. No reality show, os confeiteiros competem ao lado de um engenheiro para que o bolo apresentado seja gostoso e também chame a atenção pela forma.
“Lembro a primeira coisa que falei para a Sara, minha parceira no programa, que estava entrando para ganhar. Ela respondeu ‘ok’. Eu insisti que entrei para ganhar e ela abraçou o projeto comigo. Não começamos bem porque queríamos fazer mais do que o tempo nos permitia, mas sempre procurando o mais arriscado e a recompensa veio no final. No começo tivemos alguns tropeços, pois queríamos fazer muito mais do que o tempo nos permitia. Mas nós ajustamos até o final”, lembra Rodolfo, que sonha em comandar um quadro sobre confeitaria na televisão.
Uma das marcas de Rodolfo é a Golden Nutella Heart, sobremesa que criou para o Dia dos Namorados. O doce foi postado na Internet e acabou levando muia gente a se arriscar no fogão. “No mesmo dia que postei recebi muitas mensagens do mundo inteiro. Hoje a internet ajuda muito a espalhar uma ideia. Deveria ter patenteado (risos). É bem legal ver uma coisa que você criou e pessoas do mundo inteiro fazendo”, orgulha-se Rodolfo.
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