Crédito: Reprodução/TV Globo — BBB22
O começo do Big Brother Brasil é sempre permeado por muito “oba oba”. Aquele fulano é o melhor, aquela sicrana tem as características da última ganhadora. Para quem assiste ao reality, contudo, a regra é clara: nas primeiras semanas não dá para arriscar favoritos.
O BBB22 já caminha para a metade e, com o tempo, aparecem importantes respostas — como a real características dos participantes. Logo, no auge da 7ª semana, a proposta desta semana é exatamente essa: quem se aponta entre os favoritos?
A primeira travesti a resistir a um paredão na história do BBB mostra uma nova onda popular bem diferente do BBB11, com Ariadna. Na eliminação de Larissa na última terça-feira (1º/3), Linn da Quebrada foi a menos votada, e muito celebrada nas redes sociais. Na casa o jogo dela não é dos melhores — justo —, e mais do que deveria ser permitido, a artista some eventualmente. Mas nem tudo está perdido. Lina já deixou claro sua posição de força e agora, mais livre das “comadres”, começa a andar conforme a própria personalidade. O melhor para a sister é o horizonte. Sem cometer muitos erros, é provável que a opinião pública siga ao lado de Lina e acabe lhe rendendo R$ 1,5 milhão.
Odiado fora da casa e agora o grande queridinho do público, Arthur Aguiar, deve ficar nas tangentes do segundo lugar. Dentre aquele universo botânico, o brother simplesmente conseguiu jogar, conseguir se movimentar e o mais importante: conseguir falar. É justo que o marketing feito fora do reality segue pesando para a imagem positiva do ator, mas já foi possível ver: Arthur passa longe do rótulo de “badboy” que por vezes lhe foi aplicado.
Ok, talvez Jade seja o maior erro deste humilde (e saudável) jogo de apostas, mas vou insistir novamente no bom senso do brasileiro: a influencer é uma das únicas não planta da edição, e por mais que isso possa ser confundido com arrogância, não merece ser objetivo de julgamento (especialmente em um reality show!) para tirá-la do top 3. Tudo bem, concordo que uma vitória não seria necessariamente digna, mas uma menção honrosa ainda vale.
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