SEE-DF anuncia que pagará Bolsa Alimentação até o fim desta semana

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Benefício atende cerca de 128 mil alunos de creches e escolas públicas. Renovação de contratos permitirá auxílio até o fim do ano letivo de 2020.

 

A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) promete  pagar o Bolsa Alimentação, por meio do Cartão Material Escolar, até o fim desta semana. O benefício atende cerca de 106 mil estudantes de 70 mil famílias.

O valor da Bolsa Alimentação para julho foi calculado para 23 dias úteis, considerando R$ 3,98 por refeição. Estudantes que têm uma alimentação por dia na escola receberão R$ 91,54. Os que fazem duas refeições por dia farão jus a crédito de R$ 183,08.

Crédito: Tony Winston/Agência Brasília

Também para esta semana foi antecipado o pagamento da Bolsa Alimentação Creche referente aos meses de junho e julho, previsto para o fim do mês. No total, 22.436 crianças de 21 mil famílias serão atendidas. Cada uma recebe R$ 300.

O benefício é de R$ 150 por mês para crianças de 0 a 5 anos da rede, calculado proporcionalmente ao gasto com alimentação que está incluído nos R$ 803,57 repassados mensalmente às conveniadas da Secretaria de Educação pelo atendimento de cada estudante matriculado. Os valores vêm da redução dos contratos com as creches conveniadas enquanto durar a suspensão dos atendimentos.

Saiba mais

A Bolsa Alimentação (BA) e a Bolsa Alimentação Creche (BAC) foram criadas pela gestão do governador Ibaneis Rocha para garantir a assistência alimentar e nutricional aos estudantes durante o período de suspensão das aulas por força da pandemia da covid-19.

As famílias podem utilizar os benefícios na compra de alimentos em qualquer estabelecimento, incluindo supermercados, mercados, mercadinhos de bairros, restaurantes e padarias.

A Secretaria ainda indica a lista de Gêneros Alimentícios, da Diretoria de Alimentação Escolar, como sugestão para manutenção de uma dieta rica e nutritiva para as crianças.

 

Com informações da Agência Brasília

Unicef cria programa de podcasts gratuito e educativo para crianças

Unicef/BRZ/Raoni Libório
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Indicado para meninos e meninas em fase de alfabetização, episódios do Deixa que eu te conto são complemento da aprendizagem oferecida pelas escolas

Para ajudar a manter a aprendizagem de crianças, em especial as mais vulneráveis, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) desenvolveu a iniciativa Deixa que eu conto, um programa diário de podcasts. Os áudios são voltados para crianças de até 8 anos que estão na pré-escola e em processo de alfabetização.

O Deixa que eu conto está disponível gratuitamente no site do Unicef , em que, além de escutar, é possível fazer o download de todos os episódios. O conteúdo pode ser acessado também nas plataformas digitais Spotify e YouTube .

Unicef/BRZ/Raoni Libório
Unicef promove podcast educativos para crianças de até 8 anos

Todos os episódios estão alinhados com os direitos de aprendizagem e campos de experiência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a educação infantil. A iniciativa tem por objetivo complementar o trabalho das instituições de ensino brasileira.

Os episódios são apresentados pelas contadoras de história Carol Levy e Kiara Terra, e outros realizadores que trazem histórias, brincadeiras e atividades. Cada podcast tem em média 30 minutos, sendo divididos em quadros, como contação de histórias, músicas e brincadeiras, entre outros.

Reprodução livre

Segundo dados da pesquisa TIC Kids Online 2019 do Cetic.br/NIC.br, cerca de 4,8 milhões de crianças e adolescentes de 9 a 17 anos vivem em domicílios sem acesso à internet no Brasil. Com isso, a educação durante a pandemia se torna ainda mais inacessível, principalmente para as comunidades ribeirinhas da região Norte ou do Semiárido Brasileiro.

Para romper essa barreira, os conteúdos em áudio podem ser usados livremente por rádios, sites, escolas, secretarias de educação e inclusive editados para melhor se encaixar no tempo ou espaço disponível.

Para enaltecer as regiões Norte e Nordeste e ainda fomentar a cultura local entre as crianças que nelas habitam, o Unicef trouxe o universo do semiárido e do território amazônico para o Deixa que eu conto com programas dedicados à cultura e aos saberes nordestinos, indígenas, quilombolas e ribeirinhos e todo o universo folclórico dessas regiões em forma de histórias, lendas, brincadeiras, músicas, línguas e linguagens.

UFRB publica cartilha com atividades lúdicas para fazer com crianças

Tina Floersch / Unsplash
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Com orientações e imagens ilustrativas, material “Vamos Brincar?” ensina 26 brincadeiras que podem ser feitas com crianças de diferentes faixas etárias

Com o isolamento social, a rotina familiar sofre mudanças. Passar o dia inteiro em casa não é nada fácil, principalmente para as crianças. Pensando nisso, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) divulgou cartilha com uma série de recomendações de atividades lúdicas para fazer com crianças em casa. O documento pode ser acessado gratuitamente clicando aqui.

Tina Floersch / Unsplash
Material com brincadeiras lúdicas para crianças pode ser acessado gratuitamente

O material é composto por 26 brincadeiras, com imagens ilustrativas e orientações. As sugestões selecionadas podem ser feitas por crianças de diferentes faixas etárias, desde que observado o grau de desenvolvimento e de compreensão para executá-las de forma segura.

Todas a atividades foram pensadas para serem feitas em família, desde a elaboração até a execução, sempre com a supervisão de um adulto. As fotos de crianças apresentadas no documento são de arquivo pessoal e foram divulgadas com a autorização dos pais.

A cartilha foi criada por três servidores técnicos-administrativos da UFRB: o pedagogo e psicólogo Antônio Carlos Dias da Encarnação Júnior, a pedagoga Jandira Oliveira Santos e a psicóloga Larissa Muniz Ribeiro. Todos trabalham no Centro de Ciências da Saúde (CCS) da universidade.

Para os autores, a cartilha é “um importante recurso de cuidado com a saúde mental das crianças”, pois incentivam “a implementação de brincadeiras e atividades lúdicas que, além de estimular o aprendizado, podem contribuir com a diversão e aproximação familiar”.

UFRB/Divulgação

Teste se seu filho é viciado em telas e consiga ajuda em livro

Mundo Cristão / Reprodução
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Obra A Criança Digital, da editora Mundo Cristão, promete ajudar pais a dosar o tempo ideal para que os filhos fiquem expostos ao mundo virtual

Com alta acessibilidade, a tecnologia já faz parte do cotidiano de muitas crianças. Durante o isolamento social, pode ser que o contato com as ferramentas digitais tenha crescido.

Brincar com celular, tablet ou computador se tornou tão comum que fica difícil saber a dimensão dos impactos causados pelo uso exagerado das telas na infância.

Pensando nisso, a editora Mundo Cristão publicou o livro Criança Digital: ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual, escrito pelo best-seller e especialista em comportamento familiar Gary Chapman e Arlene Pellicane.

Mundo Cristão / Reprodução
Livro promete ensinar pais a dosar tempo ideal para que os filhos fiquem expostos às telas

A obra tenta responder a algumas questões importantes sobre a relação das crianças com o mundo virtual: como saber quanto tempo as crianças gastam no meio digital? Como controlar o uso das tecnologias de forma equilibrada?

Além disso, o livro serve para alertar os pais sobre como esse excesso pode afetar o desempenho de meninos e meninas em aspectos comportamentais

 

Mundo Cristão / Reprodução
Capa do livro Criança Digital

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O livro Criança Digital está disponível na Amazon , e no E-commerce Mundo Cristão , custando a partir de R$40,90.

A principal pergunta a se fazer antes de ler a obra é: seu filho é viciado em telas? Se a resposta for sim, a Editora Mundo Cristão assegura que o equilíbrio será encontrado com a leitura do livro. Para ajudar a responder essa pergunta, a editora preparou um teste rápido e gratuito para identificar. Confira:

Teste: seu filho passa tempo exagerado diante as telas?

As questões a seguir podem ajudar a determinar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde geral de seu filho. Marque cada questão usando a seguinte classificação:

0 = Nunca ou raramente

1 = De vez em quando

2 = Geralmente

3 = Sempre

( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.

( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.

( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game.

( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.

( ) Seu filho pede para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante da tela depois de você ter negado.

( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.

( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.

( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.

( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.

( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.

Se a pontuação for:

De 10 para baixo: Seu filho não parece passar muito tempo diante das telas. Ele é capaz de exercer controle e atuar dentro dos limites.

De 11 a 20: Seu filho pode estar muito dependente das telas. Você deve monitorar esse tempo com mais critério e vigiar para que ele diminuía o contato com os aparelhos eletrônicos.

De 21 a 30: Seu filho parece estar viciado em aparelhos eletrônicos. Recorra a um conselheiro, pastor ou pai/mãe que você respeite para receber orientação.

Pesquisa revela que 84% dos adultos defendem usar violência com filhos

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Levantamento feito pelo Programa Criança Feliz (PCF) e pelo projeto Pipas mostra, ainda, que 27% das mães são afetadas pela depressão materna

Pesquisas feitas pelo Programa Criança Feliz (PCF), em âmbito nacional e, pelo projeto Primeira Infância para Adultos Saudáveis (Pipas), no Ceará, revelam dados preocupante sobre a educação de crianças.

Segundo o PCF, 77% dos pais de bebês de 6 a 11 meses responderam que são a favor de ralhar ou repreender a criança para educá-la, e 16% concordam com gritar ou bater na cabeça.

 Lucas Metz / Unsplash
Segundo pesquisa, 84% dos adultos disseram que acham necessário gritar, bater ou colocar de castigo para educar

Uma informação que levanta preocupações é quanto aos hábitos corretivos dos adultos com as crianças, mesmo com as bem pequenas. Questionados pelo Pipas, 84% dos adultos disseram que acham necessário gritar, bater ou colocar de castigo para educar.

Durante a pandemia, que envolve isolamento social e o fechamento de creches e escolas, o PCF e o Pipas temem que as crianças tenham um período ainda mais difícil por ficarem mais tempo, sendo que é um desafio ter alguém com disponibilidade ou condições para lhes dar atenção e lhes garantir os cuidados necessários sem violência.

Neste contexto, há riscos de exposição precoce e demasiada à TV, celulares e tablets e, principalmente, maior risco de negligência e violência. Os adultos podem até passar mais tempo em casa, mas o nível mais elevado de angústias e preocupações tende a prejudicar a qualidade das interações entre pais e filhos.

Depressão pós-parto

O levantamento nacional do Programa Criança Feliz constatou alto índice de depressão materna. O estudo identificou que 27% das mães entrevistadas sofrem com a doença.

Também preocupante foi o dado sobre o baixíssimo índice de amamentação exclusiva até os seis meses: somente 23% das mães cumprem essa recomendação. Naturalmente, a licença-maternidade de quatro meses das mães que trabalham com CLT não ajuda nesse sentido.

No Ceará, o levantamento feito pelo Pesquisa de base do Primeira Infância para Adultos Saudáveis (Pipas) observou que a maioria das famílias entrevistadas não segue a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida.

Ana Paula Lisboa com Pickchart
Amamentação exclusiva de acordo com respondentes da pesquisa do projeto Pipas no Ceará

Leitura infantil

Ainda de acordo com a pesquisa de âmbito nacional do Programa Criança Feliz, embora a Sociedade Brasileira de Pediatria desaconselhe o uso de telas por crianças de até 2 anos de idade, 81% dos meninos e meninas de 6 a 11 meses assistem à TV, enquanto 27% dos bebês brincam com celular ou tablet também.

Somente 12% dos bebês de 6 a 11 meses possuem algum livro infantil, e apenas 27% dos pais de crianças nessa faixa etária contam histórias para elas. Quando a faixa etária aumenta, cresce também o número de livros, mas o índice fica ainda muito aquém do adequado. Cerca de 35% das crianças de 0 a 3 anos possuem livros infantis, percentual que sobe para 63% na faixa de 4 a 5 anos.

Vacinação

A pesquisa nacional do PCF indicou mais números que explicitam a fragilidade dos cuidados com a vacinação infantil. Embora o país tenha alcançado índices de vacinação infantil próximos de 100%, o levantamento mostrou que metade das crianças estavam com a vacinação atrasada.

Projeto lança livros infantis com dicas de combate ao coronavírus

Sibita/Divulgação
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Para ajudar crianças em tempos de pandemia, obras digitais gratuitas abordam temas como proteção e higiene pessoal, disciplina escolar e rotina familiar

Devido à pandemia do novo coronavírus, o projeto brasiliense Sibita Livros Infantis precisou se reinventar. A editora pretendia se lançar ao mercado neste ano, mas a impossibilidade de publicar, imprimir e divulgar as obras fez com que a equipe alterasse a rota dos planos.

O grupo lançou uma pequena coleção de livros com dicas para o enfrentamento da covid-19. A leitura é digital e o download pode ser feito gratuitamente no site da editora.

Já estão disponíveis três livros: Guia do herói contra o inimigo invisível, Guia do estudante contra o inimigo invisível e Guia da família contra o inimigo invisível.

Sibita/Divulgação
Obras infantis estão disponíveis gratuitamente para download

Sobre a iniciativa

A Sibita é um projeto brasiliense que surgiu do encontro entre dois apaixonados pelo universo infantil e suas possibilidades. Os idealizadores são um pai de primeira viagem e ilustrador profissional e uma relações públicas que gosta de contar histórias. Elder Galvão, pai da Manu, e a autora Soraia Lima se juntaram acreditando no poder transformador da leitura. A editora já começa inserida na corrente do bem que se forma durante a crise de covid-19.

Inspiração especial

Um dos livros teve as ilustrações inspiradas na pequena Júlia, uma menina do interior da Bahia. Em um vídeo, a menina diz que vai “acabar com o coronavírus”, influenciada pela leitura da primeira obra, que aborda o risco de contaminação e como as crianças podem ser as protagonistas (heróis ou heroínas) da própria proteção e higiene pessoal.

O livrinho Guia da família contra o inimigo invisível foi inspirado na Júlia e fala sobre amor, mudanças na rotina familiar e o valor de estar juntos cuidando uns dos outros todos os dias.

Sibita/Divulgação
Guia da família contra o inimigo invisível, com ilustração inspirada na menina Júlia

Os outros livros do projeto

O Guia do herói contra o inimigo invisível traz informações sobre como não se contagiar pelo coronavírus e como as crianças podem ser heróis e heroínas nessa missão.

 

Sibita/Divulgação
Guia do herói contra o inimigo invisível

Dedicada a estudantes, o Guia do estudante contra o inimigo invisível ilustra a importância de estabelecer uma disciplina escolar adequada frente às dificuldades do ensino a distância.

 

Sibita/Divulgação
Guia do estudante contra o inimigo invisível

Incentivo à leitura

Além das obras, a Sibita Livros Infantis divulga dicas de incentivo à leitura nas redes sociais. O objetivo é ajudar os pais a despertarem o hábito da leitura nos filhos. As postagens são feitas no Instagram  e no Facebook.

Evento on-line discute relação da criança com o mundo digital

Patricia Prudente / Unsplash
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Organizados pelo Instituto Alana, encontros contarão com a participação de especialistas de diversas áreas

O Instituto Alana, organização sem fins lucrativos, promove o evento “Ser Criança no Mundo Digital – série de conversas on-line”, com o apoio do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e do portal Lunetas.

Seis rodas de conversas trarão temas relacionados ao uso da tecnologia por crianças e adolescentes e o papel da família, das escolas, do Estado, das empresas e de plataformas de tecnologia. As inscrições estão abertas no site.

Patricia Prudente / Unsplash
Evento on-line discutirá a relação entre a infância e o mundo digital

A série de conversas estréia na sexta-feira (26/6), às 17h, no site do instituto.Os encontro seguintes serão feitos em 3, 17 e 24 de julho e em 7 e 14 de agosto. Os diálogos serão transmitidos com recursos de acessibilidade (intérprete de Libras e legenda em tempo real).

Cada mesa contará com a participação de especialistas das áreas da educação, psicologia, tecnologia e direito, que vão dialogar e responder a perguntas do público.

Entenda a programação

A primeira conversa terá a participação de Vera Iaconelli, doutora em psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), e Rodrigo Nejm, diretor de educação da Safernet. A medição será feita por Carolina Pasquali, jornalista e diretora executiva do Instituto Alana.

“Crianças no mundo digital: oportunidades e desafios” apresentará um panorama geral do tema e os impactos da relação da criança com as tecnologias digitais em seu desenvolvimento integral.

Na semana seguinte, em 3 de julho, o tema do debate será “O papel das famílias na relação da criança com o mundo digital” ,com Karina M. Menezes, pedagoga, presidente do Raul Hacker Club de Salvador Bahia e idealizadora do Projeto Crianças Hackers. Haverá também a presença da escritora, palestrante e empreendedora Roberta Ferec, autora do livro Tela com cautela.

O bate-papo abordará os caminhos que as famílias podem seguir para construir uma relação saudável, criativa e segura das crianças com a internet. Maria Isabel de Barros, pesquisadora do programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, será a mediadora dessa conversa.

A terceira live será sobre “A participação das crianças no mundo digital”, que abordará os modos de ser, conviver e participar deste ambiente e a importância de estimular a cidadania digital. A sessão ocorre no dia 17 de julho, às 17h, e participam Inês Vitorino, doutora em ciências sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Ariane Cor, cofundadora do Minas Programam.

Em 24 de julho, o diálogo abordará “Tecnologia como oportunidade de educação para todos”. Nesse dia, Rita Bersch, mestre em design pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com pesquisa na área de tecnologia assistiva; e Odara Delé, professora da rede estadual de ensino de São Paulo e criadora do projeto e aplicativo Alfabantu, conversam sobre a tecnologia na eliminação de barreiras sociais e os diversos caminhos de aprendizagem. A mediação das duas conversas será feita por Raquel Franzim, coordenadora da área de educação do Instituto Alana.

Para encerrar a série, em 14 de agosto, as garantias de proteção dos dados das crianças frente à exploração de todo tipo, inclusive comercial, nortearão o debate final. Com o tema “Exploração comercial da criança no mundo digital”, o evento terá participação de Danilo Doneda, advogado e professor, e Kelli Angelini, mestre em direito civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e gerente da assessoria jurídica do NIC.br. A mediação será de Isabella Henriques, advogada e diretora executiva do Instituto Alana.

Confira mais informações no link.

Série de webinários debate retorno às aulas da educação infantil

Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal/Divulgação
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Organizados pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, os encontros virtuais visam debater a retomada escolar sobre as mais diversas perspectivas.

Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal/Divulgação
Confira a programação dos seminários on-line

A partir de quarta-feira (24/6), a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal promove uma série de webinários sobre o retorno às aulas do ensino infantil após a pandemia do novo coronavírus.

Com o tema “Volta às atividades na educação Infantil: como e quando voltar?”, os encontros virtuais visam debater a retomada escolar sobre as mais diversas perspectivas. As inscrições podem ser feitas pelo link.

Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal/Divulgação
Saiba quem vai participar no encontro de estreia, na quarta (24/6)

O primeiro webinário terá como foco a regulamentação das atividades e terá a participação dos deputados federais Idilvan Alencar (PDT-CE) e Pedro Cunha Lima (PSDB-PB). Além deles, marcarão presença Luis Antonio Miguel Ferreira, promotor de Justiça do Estado de São Paulo; e Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Sobre a Fundação

Desde 2007, a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal trabalha pela causa da primeira infância, com o objetivo de impactar positivamente o desenvolvimento de crianças nos primeiros anos de vida. As principais frentes de atuação da instituição, fundada em 1965, são a promoção da educação infantil de qualidade — creche para quem quer ou precisa e pré-escola para todos; o fortalecimento dos serviços de parentalidade, para apoiar quem cuida; a avaliação do desenvolvimento das crianças — o que não se pode medir, não se pode melhorar; e a sensibilização de toda a sociedade sobre o impacto, ao longo da vida, das experiências vividas na primeira infância.

 

 

Campanha Vivo Brincar divulga tutoriais com atividades para crianças

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São jogos feitos com matérias recicláveis, brincadeiras e dicas com brincadeiras que pais e responsáveis podem fazer com a garotada em casa

Vivo Brincar/Divulgação
Violeta é a personagem principal do projeto Vivo Brincar

Você conhece a Violeta? Ela é personagem da plataforma Vivo Brincar e é quem apresenta, toda sexta-feira, tutoriais de brincadeiras que não envolvem a tecnologia.

A personagem animada mostra também como fazer brinquedos a partir de materiais simples que as pessoas costumam ter em casa ou ainda reciclar objetos que, de outra forma, parariam no lixo, como garrafa PET, papel, barbante e meia.

Boliche, jogo da memória, fantoche e pipa, por exemplo, estão entre os brinquedos que a plataforma ensina a fazer. Dá para aprender também a produzir materiais para se proteger do coronavírus: a plataforma ensina como fazer máscara de proteção individual.Brincadeiras simples e feitas em casa — e o melhor: sem utilizar celular. Essa é ideia do projeto Vivo Brincar em casa, da operadora de telefonia e internet Vivo. O objetivo da campanha é incentivar adultos e crianças a reequilibrar a balança entre tecnologia e o livre brincar.

A personagem principal do projeto é a Violeta que, com sua turma, mostra para as crianças que há hora para o game e também há hora para outras brincadeiras, reforçando a importância das conexões ao vivo.

Confira alguns dos vídeos

A animação é feita em formato de vlog, com um linguagem simples e bem próxima das crianças. A ideia é mostrar que também é possível se divertir com coisas simples.

Fazer o seu próprio jogo de boliche parece difícil e muito trabalhoso, mas é mais simples do que você imagina. Que tal aproveitar uma tarde para confeccionar esse brinquedo e se divertir com filhos, sobrinhos ou outras crianças que estejam passando a quarentena com você?

Você já ouviu falar em uma brincadeira chamada cama de gato? É um jogo simples feito com barbante e que precisa de dois participantes. Confira o vídeo:

Para assistir!

Os vídeos são postados toda sexta-feira nas redes sociais da Vivo (Facebook ; Instagram e Twitter, no canal do YouTube e também no site do projeto, onde além dos vídeos, você também encontra, na aba almanaque, desenhos para imprimir e colorir. Boa diversão!

Unicef alerta para o risco de aumento do trabalho infantil na pandemia

Sandy Millar / Unsplash
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Em Brasília, a campanha “Educar para mudar” arrecada livros e brinquedos para ajudar crianças e combater esse tipo de exploração

No Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil (12/6), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) faz um alerta sobre o risco aumentado do trabalho infantil durante e após a pandemia.

O Unicef fez um apelo às empresas para reforçar seu compromisso com a implementação da Lei da Aprendizagem, visto que ela é uma das formas de combater o trabalho infantil.

Sandy Millar / Unsplash
Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil é lembrado em 12 de junho

De acordo com a instituição, o acesso à educação, combinado com uma formação técnico-profissional e uma opção de renda, se mostra ainda mais importante em um período de pós-pandemia, para que adolescentes possam permanecer na escola.

“Com as escolas fechadas para prevenir a transmissão do vírus, e a pobreza se acentuando, o trabalho pode parecer, equivocadamente, uma forma de meninas e meninos ajudarem suas famílias”, explicou o Unicef, em nota.

“Mas ele impacta o desenvolvimento físico e emocional das crianças e pode impedir a continuidade da educação, reproduzindo ciclos de pobreza nas famílias — além de ser porta de entrada para uma série de outras violações de direitos, como a violência sexual”, continuou o documento.

Campanha de doação de livros e brinquedos começa nesta sexta-feira (12/6)

Começa, nesta sexta-feira (12/6), em Brasília, uma campanha para doação de brinquedos e livros. Com o slogan “Educar para mudar”, a ação de solidariedade receberá doações em oito pontos, concentrados em Asa Sul e Lago Sul. As entregas podem ser feitas até 12 de julho.

Idealizado pela advogada Tayane Dalazen, sócia do escritório Dalazen & Pessoa, o movimento de arrecadação de livros é resultado da mobilização da sociedade civil em prol da causa.

As doações serão destinadas às seguintes instituições: Instituto Proeza (Recanto das Emas); Centro de Ensino e Reabilitação (Asa Sul); Vida Positiva (Asa Sul); Casa Transitória de Brasília (Unaí); Ampare – Associação Mães, Pais e Amigos na Recuperação de Especiais (Asa Norte); Casa Abrigo e Escola Desenvolvedora.

Pontos de coleta:

Lago Sul:

  • Gilberto Salomão: SHIS, QI 5, Conjunto 16
  • OBA Hortifruti: SHIS, QI 9, Bloco B e SMDB
  • SP Brands: SHIS, QI 9, Bloco G, Lojas 4/5

Asa Sul:

  • Belini Pães e Gastronomia: CLS 113, Bloco D, Lojas 35/36
  • TAVE Pharma: CLS 209, Bloco B
  • Bullguer: CLS 410, Bloco C, Loja 5
  • Versão Brasileira Bar e Restaurante: CLS 204, Bloco A, Loja 2
  • Nube Café: SEPS 710/910, Centro Clínico Via Brasil, Loja 28