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Tem orgulho de ser mãe de cachorro? Então declare para todo mundo! Campanha vai escolher fotos das mamães e de seus filhotes de quatro patas postadas em rede social. Animais resgatados também saem ganhando: ONG de proteção receberá medicamentos no fim da ação

Os haters de plantão adoram criticar quem se identifica como mãe ou pai de pets. Mas só quem realmente conhece o amor de um animal pode dizer com orgulho e sem medo de críticas: mãe é quem cria!
Pensando nessas mães de filhotes de quatro patas, a farmácia de manipulação Fórmula Animal vai começar uma campanha, de 1 a 13 de maio, em pareceria com a Organização Não Governamental (ONG) Ampara Animal, que resgata e promove a adoção responsável de cães e gatos.
Celebrando o Dia das Mães, a campanha “A cara da mãe” busca mostrar a semelhança entre a mamãe e seu filhote.
“O Dia das Mães é uma data repleta de emoções, e não podemos deixar de lembrar que mãe de animal também é mãe. Então, para a ocasião, pensamos em uma ação emotiva, com uma pitada de humor, mas com um lado solidário também, onde conseguimos engajar nossos clientes para uma causa ainda maior, onde iremos auxiliar a ONG com o repasse de medicamentos manipulados para os pets que estão sendo cuidados pela entidade” comenta Marcelo Piazera, sócio-fundador da Fórmula Animal.
Para participar, siga os passos:
- Compartilhe uma imagem de rosto com o pet e utilizando a hashtag #acaradamaeformulanimal no post fixo oficial na Fan Page da Fórmula Animal no Facebook
- As três fotos mais curtidas ganham uma cesta com diversos produtos da Fórmula Animal, que variam de acordo com a colocação ao final da ação.
Ao término da campanha, a farmácia vai repassar os para a ONG. No caso, a Ampara enviará as prescrições para a Fórmula Animal, para manipulação.
Labrador de 7 anos tem uma rotina de dar inveja: está sempre pegando onda com o tutor, o educador físico Ivan Moreira. Sucesso no Instagram, agora ele é protagonista de uma série na TV paga. Em entrevista ao blog, Ivan afirma que espera inspirar tutores a se divertirem mais ao lado dos pets

Ele tem mais de 60 mil seguidores no Instagram, é tetracampeão mundial de surfe, faz trabalho voluntário com crianças que têm câncer, é recordista no Guinness Book e, como se não bastasse, agora protagoniza uma série de TV. E ele é um cachorro.
Bono, um adorável labrador chocolate de 7 anos, é bem conhecido nas areias do Rio de Janeiro mas, desde a estreia da série “Bono, o Cão Surfista”, do Canal OFF, se tornou celebridade nacional mesmo entre quem não tem o hábito de acompanhar competições de surfe. O primeiro dos nove episódios, veiculado em 16 de abril, mostrou Bono e Ivan surfando em várias praias do Rio de Janeiro, tomando banho de cachoeira, fazendo trilha no Morro Dois Irmãos e a rotina de treinamentos dos dois. Também foi exibido o trabalho voluntário que Bono e Ivan realizam com crianças em tratamento contra o câncer, na Casa Ronald McDonalds.
Nos próximos episódios, o público vai poder acompanhar Bono e Ivan remando a 5,4 mil metros de altitude, em um lago glacial no Peru, na temporada de inverno nas ilhas havaianas; na Califórnia, onde teve a oportunidade de surfar com o atleta Felipe Toledo, entrando para o Guinness Book, por bater o próprio recorde ao surfar uma onda de 10k e 410 metros, em um tempo de 33 minutos e 7 segundos; e na Pororoca do Rio Amazonas, entre outras aventuras.

Em entrevista por e-mail ao Mais Bichos, Ivan Moreira conta que muitas aventuras aguardam o labrador. Confira:
Ministério Público Federal entende que, nos estabelecimentos onde há venda de medicamentos, a situação é semelhante à das farmácias humanas, em que a presença do farmacêutico é obrigatória

Assim como as farmácias humanas são obrigadas a ter um farmacêutico nos estabelecimentos, o Ministério Público Federal quer que petshops que vendam medicamentos e animais vivos contratem veterinários como responsáveis técnicos.
O subprocurador-geral da república Moacir Guimarães Filho vai apresentar amanhã à Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) questão de ordem para que a Corte revise o dispositivo que dispensa essas empresas da contratação de médico veterinário. Para o MPF, a presença desse profissional dá segurança à prescrição de medicamentos, à rotulação de produtos e à venda de animais.
Em maio do ano passado, em decisão unânime, os ministros entenderam que não havia, na Lei, justificativa para que as lojas que vendem medicamentos veterinários e animais vivos tivessem de manter veterinários nos estabelecimentos. Porém, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) pensam diferente e apresentaram embargos contra essa decisão.
O MPF está de acordo com os argumentos dos Conselhos e defende a revisão da decisão. O subprocurador-geral da República Moacir Guimarães, que vai apresentar a questão de ordem, acredita que o julgamento não levou em conta a analogia com os profissionais de farmácia, que atuam em idênticas condições nos estabelecimentos que vendem remédios para humanos.
Ele ressalta, ainda, que, no caso da venda de animais não domésticos, a questão é ainda mais relevante, porque envolve as condições de tratamento que eles devem receber após a comercialização. Sendo assim, o fato desses estabelecimentos comercializarem e exporem tanto animais vivos quanto medicamentos justifica, para o subprocurador geral da República, a contratação de um responsável técnico, seja por razões de proteção à integridade dos animais, quanto para resguardar a própria saúde pública.
A colite crônica é um problema intestinal que afeta o intestino grosso e tem como principal causador o Tritrichomonas foetus, um protozoário bastante resistente. Em geral, os animais mais afetados são os jovens com menos de um ano

Apesar de ser uma doença crônica, a colite pode ser controlada com medicamentos e alimentação específica. O gato pode ter uma vida normal se receber os cuidados adequados: por isso, buscar orientações de veterinários vai garantir um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.
“Em alguns casos, a doença pode aparecer discretamente com sangue nas fezes ou com um quadro de diarreia. Por isso, tenha o cuidado de acompanhar o dia a dia do seu gato de estimação para identificar o sintomas assim que aparecerem”, ensina o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado. Além do sangue nas fezes, outros sintomas podem indicar a presença do protozoário Tritrichomonas foetus no organismo felino.
Sintomas
Os sintomas podem variar conforme o caso, entretanto os mais frequentes são:
- sangue nas fezes;
- muco nas fezes;
- dor no abdômen;
- vômitos;
- diarreia.
“O diagnóstico é feito por meio de análises de fezes, urina, sangue, raio-x, biópsia e ultrassom abdominal. O veterinário fará uma avaliação do caso e indicará os exames que achar pertinente para identificação da doença”, explica Machado.
Cuidar da alimentação do gato com colite crônica é fundamental para que ele tenha uma vida saudável. A ração intestinal é indicada para esses casos, por ter alta digestibilidade, o que evita uma sobrecarga do intestino e do estômago.
Arquiteto dá dicas para incluir o pet na reforma da casa. Veja o que fazer e o que evitar no projeto

Vai reformar a casa? Nada de deixar o pet de fora do projeto. “Reformar o lugar dos animais de estimação não é apenas dar uma mãozinha de tinta na casinha do cachorro ou aumentar o tamanho da caixa de areia do gato, mas pensar em melhorar o ambiente para aumentar a qualidade de vida desses amiguinhos”, destaca Rafael Sera, arquiteto da Master House Manutenções e Reformas. Ele diz que há inúmeras formas de deixar o cantinho do pet mais interessante.
Para ajudar quem está pensando em dar uma cara nova ao imóvel, mas sem deixar os animais de lado, o arquiteto preparou algumas dicas:
- Pense nos hábitos do cãozinho: se ele é daqueles que adoram passar a maior parte do tempo correndo, proporcione mais espaço! Além disso, construa um espaço tranquilo, arejado e confortável para ele ter um bom descanso;
- Dedique uma área da casa só para o cachorro e coloque tudo o que gosta;
- Organize os espaços de alimentação e necessidades de forma que fiquem em lugares distintos e com uma distância razoável entre ambos.
- Já os gatos gostam de dormir e escalar: fixe plataformas de madeiras no alto das paredes e coloque a caminha;
- Caixinha de areia: os gatos são animais muito limpos. Mas é importante fazer a troca da areia sempre que necessário.
- Piso: carpete é uma péssima ideia, pois acumula sujeira e pelos que serão difíceis de remover. Pisos de madeira podem ser arranhados, enquanto granito e mármore são muito porosos, e aquele “xixizinho” talvez não seja removido. Melhor optar por cerâmica ou cimento queimado
- Plantas: embora sejam bonitas, algumas plantas têm substâncias tóxicas que podem fazer mal se forem ingeridas acidentalmente por um pet. Sempre se certifique com o paisagista sobre as plantas liberadas para pets
- Objetos de decoração: os que ficam chão podem ser alvo das brincadeiras
- Portas de vidro: alguns pets não entendem que a porta está fechada e podem se machucar na tentativa de passar. Evite.
- Produtos de limpeza: mantenha-os em locais isolados, porque os pets são curiosos e podem sofrer intoxicações em caso de contato com os produtos de limpeza.
Alimentação de qualidade, roupinhas e aquecedores (nas noites mais geladas) garantem o conforto e a saúde de cães e gatos neste outono, que começa a ficar mais gelado. Atenção com a carteira de vacinação do melhor amigo

Quase um mês depois do início do outono, finalmente o friozinho chegou às noites brasilienses. Para enfrentar as mudanças de temperatura tradicionais da estação, é preciso cuidado extra com os pets. De acordo com a médica veterinária da Esalpet Jueli Berger, os animais que mais sentem frio são os cães com pelagem curta, entre eles pinschers, dachshunds e chiuauas. Os de pelos longos, que são tosados com lâmina baixa também costumam sofrer mais. “Como todos nós, os animais sofrem um pouco com a queda de temperaturas. Quanto menos pelos ele tiver, maior é a chance de que tenha algumas dificuldades para enfrentar essa fase do ano. Por esse motivo, os tutores devem ficar muito atentos para garantir a saúde dos animais”, explica.
A especialista afirma que os principais problemas de saúde no frio são relacionados às bronquites, tosse dos canis (gripe canina) e pneumonias. Para evitá-las, antes de tudo é necessário verificar a carteira de vacinação do animal. “Os cães precisam tomar, indispensavelmente, a vacina contra gripe canina. Esse é o primeiro passo para um outono sem problemas. Já no caso dos gatos, a vacina essencial é a quádrupla felina”, ensina.
Além disso, Jueli aconselha que os animais estejam sempre muito bem aquecidos. “Nesta estação, os tutores podem abusar de roupas adequadas de lã, soft ou plush; cobertores; edredons; e, até mesmo aquecedores de ambiente para os dias de frio mais intenso”.
Para completar, a veterinária sugere que os tutores disponibilizem uma alimentação balanceada, com ingredientes de boa qualidade. “O clima mais frio não exige uma mudança na alimentação dos animais, pois eles tendem a comer um pouco mais se acharem necessário. O que eu sempre falo para os tutores é que os cães e gatos devem receber alimentos com qualidade comprovada. Isso vale para qualquer estação do ano”, completa a especialista.
Pesquisa internacional com participação de brasileiros mostrou que tutores descuidam do peso dos pets e, para agradá-los, dão mais comida do que o necessário

- 54% dos tutores de gatos e cães sempre ou muitas vezes cedem aos apelos dos pets e oferecem mais alimento quando eles “pedem” por isso
- 22% dos tutores de gatos e cães muitas vezes oferecem alimento em excesso aos seus animais de estimação para mantê-los felizes
- Apenas 20% sempre medem a quantidade de alimento que oferecem aos pets
- 87% dos entrevistados oferecem a quantidade que eles acham que o animal precisa em cada refeição
Seu pet come o suficiente ou está se alimentando além do necessário? Ele está gordo, magro ou no peso ideal? Uma pesquisa internacional realizada com tutores de animais de estimação do Brasil, China, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, revelou que, em matéria de nutrição dos melhores amigos, estamos nos saindo muito mal.
As estimativas sugerem que 59% dos cães e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso. No entanto, na pesquisa, apenas 24% dos tutores de cães descrevem seu animal de estimação com excesso de peso. Ao mesmo tempo, 64% admitiram que o gato ou o cão apresenta ao menos um sinal de estar fora de forma, como não ser possível sentir as costelas ou precisar afrouxadar a coleira.
O forte vínculo emocional entre os tutores e seus animais de estimação pode ser parte do problema: muitos carinho por meio da alimentação, o que pode facilmente levar o pet a consumir mais calorias do que ele precisa. Na pesquisa, 59% dos tutores disseram que se sentem recompensados ao alimentar seu animal de estimação e 77% disseram que o pet fica feliz quando oferecem alimento a ele.
Muitos tutores participantes mostraram que não estão plenamente conscientes sobre as conseqüências do excesso de alimentação ao animal de estimação. A pesquisa também identificou que 61% dos entrevistados desconheciam que os animais fora de forma peso podem ser suscetíveis a diabetes e doenças ortopédicas e, consequentemente, a redução da qualidade de vida em 53%, ao risco de doença cardíaca em 53% e a um tempo de vida mais curto para 51%.
Os resultados dessa pesquisa foram anunciados durante o Congresso ROYAL CANIN® sobre Controle de Peso.
“Como os seres humanos, os pets precisam estar com um peso saudável”, destacou Alex German, professor de Medicina Veterinária da Universidade de Liverpool, no Reino Unido. “Esta é uma questão muito complexa, que exige compreensão e empenho tanto dos tutores quanto dos médicos-veterinários”.
Enquanto muitas pessoas monitoram seu próprio peso regularmente, 40% não sabem o quanto seu gato ou cão pesam e 22% dizem que seu animal de estimação nunca foi pesado. Do total de entrevistados, 72% disseram que o veterinário havia falado com eles sobre os benefícios emocionais da prática de exercícios e de uma alimentação saudável. Outra constatação: 67% dos tutores de cães e gatos gostariam que o veterinário aconselhasse mais ativamente sobre o peso do animal de estimação e 82% gostariam de ter diretrizes mais claras sobre peso ideal e dicas para mantê-los aptos e saudáveis.
“Nossa pesquisa mostra que os tutores de animais de estimação estão abertos a receber mais orientações sobre como manter seus gatos e cães em forma e saudáveis”, comentou Sandra McCune, líder científica de Interação Humano-Animal na Mars Petcare.
A pesquisa foi realizada entre janeiro e fevereiro de 2018. A amostragem foi de 5.309 tutores de cães e gatos responsáveis pela saúde e bem-estar de seus animais de estimação. Total de respondentes: Brasil = 1.068 / China = 1.036 / Rússia = 1.111 / ,Reino Unido = 1.023 / Estados Unidos = 1.071).
Pesquisadoras brasileiras investigam a relação afetiva entre humanos e animais de estimação, um projeto que dará origem a várias publicações sobre comportamento de cães. Você pode participar, respondendo um questionário online sobre o temperamento e os hábitos do melhor amigo
Você entende bem o seu melhor amigo de quatro patas? Está disposto a ajudar a ciência a compreender melhor o comportamento dos animais de estimação? As pesquisadoras de cognição e comportamento de cães Carine Savalli e Natalia de Souza Albuquerque, de São Paulo, convidam os tutores a responder algumas perguntas sobre esse assunto, no link https://cpbec.org.br/survey/1039.
A pesquisa, ligada ao Centro de Pesquisa Aplicada em Bem-estar e Comportamento Humano (CPBEC), faz parte do projeto Relação afetiva entre seres humanos e seus animais de estimação e, segundo as investigadoras, tem como principal objetivo validar questionários sobre comportamento e temperamento de cães.
Carine Savalli, docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Natalia de Souza Albuquerque, doutoranda do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), são autoras de artigos divulgados em importantes revistas científicas a respeito do comportamento e da cognição canina. No ano passado, elas lançaram o livro Cognição e Comportamento de Cães: A Ciência do Nosso Melhor Amigo (Edicon, 2017). Elas explicam que a pesquisa da qual o questionário vai dar origem a novas publicações sobre o perfil de temperamento e comportamento dos cães brasileiro, e sobre como características dos cães e tutores podem influenciar nos comportamentos dos melhores amigos.
Carine Savalli e Natalia de Souza Albuquerque conversaram com o blog por email. Leia a entrevista e não deixe de participar: https://cpbec.org.br/survey/1039.
Hoje, a ciência está mais interessada no comportamento animal?
Sim, cresceu muito o interesse científico, especialmente no comportamento dos cães, que são os animais que convivem diariamente muito próximos aos seres humanos. Há muito grupos de pesquisa no mundo inteiro se empenhando em estudar os cães, especialmente a relação afetiva com seus tutores. A pesquisa que estamos conduzindo busca conhecer o comportamento dos cães sob a ótica de seus tutores, valorizando o conhecimento adquirido durante a convivência com seus pets.
Para vocês, quais questões a respeito do comportamento animal ainda precisam ser mais esclarecidas?
O projeto de pesquisa em questão não propõe testes comportamentais nos próprios animais, pelo contrário, confia aos tutores fornecer informações sobre as reações dos seus cães frente a diferentes situações do seu cotidiano. É uma forma cientificamente válida para estudar o comportamento dos cães a partir de seus principais observadores, os tutores. Consideramos que tão importante quanto entender o comportamento dos animais em si, é investigar a relação entre as pessoas e os animais, e suas atitudes e conhecimentos sob diferentes aspectos: a comunicação entre as espécies, a empatia e sobre o impacto das atitudes das pessoas na vida dos animais. Muitos estudos ainda precisam ser feitos nesse sentido, e os questionários são ferramentas muito úteis para essas pesquisas.
Por que é importante que leigos, incluindo tutores de animais domésticos, conheçam melhor o comportamento dos pets?
Conhecer melhor o comportamento dos animais com quem convivemos, suas necessidades e suas diferenças é um passo muito importante para uma convivência harmoniosa que garantirá o bem-estar de ambas as espécies. Muitos problemas comportamentais e até mesmo o abandono são consequências de uma expectativa equivocada dos tutores sobre os comportamentos de seus pets. Entender melhor o seu cão, quais os comportamentos típicos da espécie, pode auxiliar a regular as expectativas e promover maior qualidade no relacionamento entre tutor e cão.
Cães castrados e vacinados estarão à espera de um novo lar neste sábado, em duas feiras de adoção. Antes de decidir levar um amigo para casa, porém, veja se está disposto a arcar com as responsabilidades deste ato

Segundo a Organização Mundial da Saúde, ainda existem 30 milhões de animais abandonados no país, sendo que 20 milhões são cães. Para ajudar a reduzir este número, o programa Pedigree Adotar é Tudo de Bom realizará duas feiras de adoção neste sábado (14), nas loja Petz SAI e Petz Asa Norte. Os cães que estarão presentes são das ONGs Flora e Fauna e Sociedade Humanitária Brasileira. Todos serão adotados já castrados e vacinados. Os interessados em oferecer um lar feliz para os animais, além de passarem por uma entrevista de avaliação de perfil, devem estar munidos dos seguintes documentos: originais e cópias de RG, CPF e comprovante de residência.
Mas, atenção. A posso tem de ser responsável. Nada de adotar por impulso e depois devolver o animal. Um cão faz parte de uma família por anos e, por isso, é importante reservar tempo para pesquisar sobre o tipo de pet que mais se encaixa no estilo de vida e perfil da família, bem como planejar sua chegada e integração. Há quem esqueça que cuidar de cães exige tempo para oferecer carinho, levá-los para passear, ao médico-veterinário e limpar as fezes e xixi e, muitas vezes, são estes os motivos que geram a devolução de pets adotados aos abrigos.
Confira 10 dicas sobre posse responsável para uma decisão consciente de se ter um pet:
1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.
2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.
3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.
4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.
5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira que contenha a plaquinha de identificação.
6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.
7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa. Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.
8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.
9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.
10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.
SERVIÇO:
Feira de Adoção PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom
Data: 14 de abril (sábado)
Locais:
Petz SIA – SIA trecho 02, lotes 65/95, Guará I – 9h às 16h
Petz Asa Norte – ST STN, S/N, TERMINAL NORTE CONJ D BLOCO2/B, Asa Norte – 11h às 15h
O câncer em gatos é um problema grave que, se não diagnosticado a tempo,00 pode ser fatal. O quanto antes for identificado, maior a probabilidade de cura e menos agressivo será o tratamento

“A doença caracteriza-se pela reprodução exacerbada de células que levam à formação de corpo estranho – o tumor. O câncer atinge muitos gatos e uma das causas mais comuns de óbito ou de sequelas sérias deixadas pela doença é a negligência com os sintomas apresentados”, explica a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos, Bárbara Benitez.
Apenas um veterinário pode fazer o diagnóstico do câncer e, para isso, aplicam-se exames clínicos e laboratoriais. Entretanto, você pode detectar sinais quando o animal apresenta alguma mudança de comportamento.
Os gatos doentes apresentam sinais de que existe algo fora do normal no funcionamento do organismo, por isso, esteja atento ao comportamento do gato. Existem alguns sinais e sintomas simples que podem ajudar a identificar a doença, segundo os veterinários especializados.
Porém, é sempre bom lembrar que o ideal é manter o check-up do seu pet em dia e levá-lo para fazer exames prontamente, caso note qualquer sintoma.
- Inchaços persistentes ou crescentes
Em muitos casos, os inchaços são notados quando fazemos carinhos no gato. Eles sentem-se incomodados quando tocados e podem até ter dor na região do tumor. Qualquer inchaço, caroço ou saliência fora do normal é um bom motivo para visitar um veterinário.
- Perda de peso
A perda de peso, especialmente se for repentina, pode ser um alerta importante.
- Sangramento, presença de muco ou corrimento
Sangrar ou expelir qualquer anormalidade pelos orifícios é um sinal de que algo precisa ser consultado.
- Perda de apetite
Recusar a comida ou vomitar imediatamente é preocupante. Se notar que o gato não quer comer, busque a orientação de um veterinário, pois existe algo fora do normal.
- Feridas e falta de cicatrização
Feridas e cicatrização mais lenta – ou até mesmo inexistente – podem ser sintomas de câncer em gatos. Por isso, diariamente, dedique um tempo para observar o seu animal de estimação, para verificar alterações no o comportamento dele e de seu organismo.
- Dificuldade de engolir
Demonstrar dor ao engolir ou regurgitar a comida em seguida, sem realmente digerir, também pode ser um sinal de que algo não vai bem. Pode ser que a falta de apetite e o emagrecimento tenham relação com esse desconforto durante a alimentação do gato.
- Odores incomuns
Odores incomuns e fortes podem sinalizar mudanças na saúde do seu gato.
- Indisposição
Hesitar para brincar, para fazer exercícios ou passear, pode ser preocupante. Sabemos que o comportamento dos gatos revela animais independentes e com personalidade forte, mas isso não significa que são antissociais e nunca interagem. Eles gostam e precisam de brincadeira e atividade física para se desenvolverem com saúde, por isso a falta de energia persistente indica que algo está errado.
- Dor ou dificuldade ao urinar ou defecar
Queixas, sangramentos e demora para urinar ou defecar podem denunciar o problema.
- Respiração com dificuldade
Respiração audível, engasgos, fadiga ou falta de fôlego são alertas para câncer em gatos.
“Lembre-se de que um sintoma isolado, ou mesmo vários, não significam, necessariamente, que seu animal está com câncer. Contudo, é importante observá-lo e levá-lo ao médico veterinário imediatamente se qualquer coisa incomum surgir, bem como fazer exames de rotina que previnem e detectam doenças com antecedência”, orienta a médica veterinária da Equilíbrio.
Afinal, quanto antes uma patologia for identificada, maiores são as chances de o tratamento gerar efeito e seu gato superar os problemas de saúde. O câncer em gatos pode começar em uma determinada parte do corpo e se espalhar rapidamente, por isso é fundamental que o diagnóstico seja rápido.


