Doenças renais podem ser prevenidas

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Crédito: Reprodução

 

Silenciosas e progressivas, as doenças renais que atingem cães e gatos podem ser prevenidas e tratadas, apesar de ainda não existir cura para a maioria delas. Quanto antes for feito o diagnóstico e o acompanhamento, maior é a chance de o pet ter qualidade de vida. A veterinária Joana Portin, líder da área médica da Nofaro, alerta para mudanças que devem ser observadas: aumento na ingestão de água e no volume da urina; perda de apetite, vômitos, perda de peso e hálito com odor forte são sintomas indicativos de doenças como insuficiência renal.

O diagnóstico é feito com o auxílio de exames de sangue, de urina e de imagem. As alterações mais comuns são aumento de creatina e ureia no sangue, baixa densidade urinária no exame de urina e alterações na imagem dos rins.

Cães e gatos de todas as raças estão sujeitos a desenvolver doenças renais, mas animais idosos estão mais suscetíveis e exigem cuidado redobrado, uma vez que o organismo está naturalmente mais fragilizado. Em todo caso, a recomendação para afastar as doenças renais é oferecer uma alimentação adequada e muita hidratação.

“A ingestão de água é determinante para manter a saúde dos rins. No caso dos gatos, que não costumam ingerir muito líquido, a inclusão de alimentos úmidos, como sachês e pastas, é bem-vinda e auxilia na hidratação. Além disso, reforço a importância da alimentação adequada para garantir que os pets se mantenham saudáveis. Alimentos caseiros, sem equilíbrio ideal de alguns componentes como sódio, proteína e fósforo, podem trazer malefícios ao funcionamento dos rins”, finaliza Joana.

Passeio saudável em dias quentes

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Crédito: Adriana Fortes/Arquivo Pessoal

As águas de março ainda não amenizaram o calor das manhãs em Brasília. Por mais divertido que seja levar o melhor amigo para um passeio ao ar livre sob o Sol, é preciso tomar alguns cuidados com a saúde do melhor amigo.

Os passeios deixam os pets expostos aos riscos da rua, como doenças e parasitas que pode encontrar no meio do caminho. Portanto, estar com a carteirinha de vacina em dia é fundamental. Afinal, saúde em primeiro lugar! Por isso, é importante que o cãozinho esteja protegido. Primeiro de tudo, se o pet for filhote, não esqueça que é importante respeitar as orientações do médico veterinário e só preparar a guia para passear quando o pet estiver devidamente vacinado e liberado pelo profissional”, orienta Thaís Matos, médica veterinária da Dog Hero.

Em dias muito quentes, existe outro aspecto que precisa ser considerado, antes de colocar o pet na rua. “Certifique-se de que o chão não está quente fazendo o teste com as costas da sua mão encostadas na superfície por 10 segundos. Se você suportar, significa que a temperatura está adequada e seu cão não queimará as patas”, explica Thaís.
Confira 7 dicas de cuidados da médica veterinária para aproveitar os passeios com seu pet no verão:
Hidratação e alimentação

O calor é muito prejudicial para os pets, pode causar hipertermia com consequências irreparáveis. Para manter o pet bem hidratado e alimentado, não esqueça de levar para os passeios uma garrafa para cães ou bebedouro portátil e um pouquinho de ração em um pote fechado. Lembre-se que abrir mão desses itens na hora de dar uma caminhada pela rua é colocar a saúde do seu pet em risco, afinal, tanto filhotes como adultos não podem ficar muito tempo sem beber água e com fome por conta do exercício físico.
Pets também devem usar protetor solar

Pais e mães de pets precisam estar atentos aos passeios e fazer uso do protetor solar. Cãezinhos com pelagem branca ou que têm pouco pelo na ponta das orelhas, no focinho, no rabo e nas patas precisam de protetor solar antes de serem expostos ao sol. Há protetores específicos para uso em animais, consulte sempre a recomendação do médico veterinário do seu pet.
Pet sempre na coleira

Jamais passeie com o pet solto, mesmo que ele seja adestrado, pois as chances de um acidente acontecer, como um atropelamento, por exemplo, ou ele se machucar ou ainda comer algo indevido (sem o tutor perceber) e se intoxicar são muito altas. O risco não vale a pena. O tutor deve providenciar guias e peitorais que sejam bem confortáveis e adequadas ao tamanho do pet. A opção mais segura é a peitoral com engate na frente, chamada anti-puxão, como essas. Coleiras de pescoço aumentam as chances de ocorrer glaucoma, uma pesquisa realizada nos EUA concluiu que a cada três cães que usam coleiras de pescoço, dois apresentam fraturas no pescoço devido aos trancos.
Placa de identificação

Outro item indispensável é a placa de identificação, com o nome do animal de estimação e contatos de emergência do tutor. Em um caso de fuga, é a placa de identificação para cães que vai aumentar as chances do cãozinho voltar para casa. Esse é um acessório de passeio que não pode ficar em casa em hipótese alguma.
Procure manter locais limpos

Além disso, para manter os locais limpos após o pet fazer suas necessidades, o tutor pode levar jornais, papéis velhos, sacolinhas de mercado ou saquinhos higiênicos, que podem ficar presos à guia.
Passeio no parque onde tem outros pets

Especialmente aos fins de semana, variar e passear com pet é uma ótima pedida. Claro, outros tutores terão a mesma ideia, o que também é bacana, especialmente se o cãozinho é amistoso com outros animais. Novos cheiros para farejar são um excelente estímulo! Se é a primeira vez de vocês nessa situação, fica a dica: verifique a linguagem corporal do seu cão e dos outros cães. Se o cão lamber o nariz, bocejar ou se sacudir como se tivesse acabado de sair de um banho, isso demonstra que ele está estressado e as chances de uma briga iniciar são grandes. Nesses casos, mude o trajeto e evite o confronto.
Após o passeio, patinhas limpas!

O cuidado com as patas nos dias de calor também é essencial. Reveja o horário de saída para passeios com seu cachorro, pois o chão pode estar muito quente e acabar queimando as patinhas. Os lenços umedecidos específicos para pets podem fazer o papel do álcool em gel em humanos: eles devem ser usados para limpar as patas dos pets após um passeio. Basta retirar a quantidade necessária de lenços e passar suavemente sobre o local que pretende limpar, secando bem as patinhas após o uso. Desta forma, o pet ficará livre de bactérias e de qualquer ameaça viral.

Cães russos banidos de competição

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Sobrou até para eles. O maior salão de competição canina do mundo, o Crufts, começou ontem em Birmingham, na Inglaterra, sem os participantes russos. A decisão dos organizadores deve-se à invasão da Ucrânia.

Mais de 20 mil cachorros devem participar do concurso, considerado uma instituição no Reino Unido, onde irão competir até domingo em concursos de beleza, agilidade e adestramento.

Porém, “condenando a invasão da Ucrânia” em finais de fevereiro, o Kennel Club, organizador do evento, decidiu “não permitir os participantes da Rússia”. Inicialmente se esperava que participassem 30 proprietários e criadores e 51 cães desse país.

Cãozinho campeão: este ano, sem os russos Crédito: Kennel Club

 

 

 

 

“Nossos amigos da Ucrânia e seus cachorros temem por suas vidas e fazemos tudo que podemos para apoiá-los”, afirmaram os organizadores, anunciando uma doação de 50.000 libras (330 mil reais) a uma obra beneficente para cães, a fim de “ajudar os criadores, os proprietários e os cachorros que necessitam desesperadamente” na Ucrânia e na Polônia.

O Kennel Club, que possui federações em muto países, também excluiu os juízes caninos com licença na Rússia e em Belarus das competições que organiza em todo o mundo.

O Crufts atraiu 150 mil visitantes em 2020, porém se espera uma menor participação este ano.

“Depois de vários anos de indecisão, tínhamos previsto uma queda no número de participantes, devido tanto às mudanças (nas normas) para as viagens de animais depois do Brexit como as consequências da pandemia, com muita gente, sobretudo no exterior, que não pode viajar ou planejar uma viagem”, explicaram à agência AFP.

Este ano, 16.000 animais de 38 países competem pelo prestigioso título de “melhor cachorro do salão”. Entre eles, cerca de 1800 são de outros países, um número muito inferior ao de dois anos atrás, quando mais de 3.000 cachorros chegaram do estrangeiro.

Como consequência da saída britânica da União Europeia, desde de outubro de 2021 os europeus precisam de passaporte para viajar ao Reino Unido, ao invés de um simples documento de identidade e seus animais de estimação estão sujeitos a normas restritas de vacinação e identificação.

Caramelo revoltado destrói clínica e viraliza

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Quem vê pensa que é santo. Mas, com essa carinha fofa, o cachorrinho Lélo destruiu uma clínica veterinária em Novo Horizonte, São Paulo. O motivo da revolta do caramelo foi a castração. Ele não gostou nada de ficar internado pós-cirurgia e, para a surpresa da veterinária Jéssica Possari Rodrigues, estragou tudo que viu pela frente. Comeu caixas, derrubou móveis e ainda mastigou um pedaço da câmera de segurança. A veterinária postou o vídeo no Facebook e Lélo viralizou. Depois de colocar a clínica de cabeça para baixo, o caramelo teve uma ótima recuperação e já voltou para a propriedade rural onde vive, no interior.

 

Dono de abrigo de animais se recusa a sair da Ucrânia

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Andrea Cisternino vive na Ucrânia há 13 anos, não muito longe de Kiev, onde criou seu próprio abrigo de animais abandonados. Originalmente um fotógrafo de moda da Itália, ele se casou com uma mulher ucraniana e se recusa a deixar o país, para não abandonar os 400 bichos que resgatou, incluindo cães, gatos, ovelhas, porcos e cabras. “Vou morrer aqui pelos meus animais. Tenho que pensar em salvar esse refúgio. São 400 hóspedes, que merecem ser protegidos a qualqeur custo”, postou, em sua conta no Facebook.

Apesar de a força aérea russa atacar várias áreas civis e pairar nas proximidades de seu abrigo, Cisternino permanece implacável e, regulamernte, posta atualizações sobre ele seus animais. Na primeira noite da invasão russa, ele revelou como a cidade estava sob toque de recolher durante todo o dia e relatou os cortes de energia por precaução, em meio a ataques aéreos russos.

A postagem mais recente foi feita no dia 25 de fevereiro, deixando preocupados seus seguidores. Porém, na sexta-feira 4, uma amiga de Cisterino publicou uma atualização. Anna Raimondi disse que tinha acabado de falar com a mulher do fotógrafo, que conseguiu entrar em contato com o embaixador italiano em Kiev. O diplomata prometeu tentar abrigá-la na Embaixada e não criticou a decisão de Cisterino de continuar no abrigo. “Vamos lá, Andrea, estamos todos pensando em você”, escreveu.

Cisternino com um dos 400 animais do abrigo: “Vou morrer aqui” Crédito: Reprodução do Facebook

Com 20 gatos, café ucraniano resiste à guerra

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Seja para comer e beber alguma coisa ou só para relaxar, os clientes sempre encontram a companhia dos gatinhos Crédito: Reprodução do Facebook

Aberto há seis anos em Lviv, na Ucrânia, o Cat Cafe Lviv é o lar de 20 gatos, que recebem os visitantes e pedem chamego enquanto eles comem e tomam um cafezinho. Segundo o proprietário, Serhii Oliinyk, os animais ajudam os consumidores a relaxarem: muitos entram na loja apenas para brincar com eles. 

Porém, nos últimos dias, com a invasão russa,  o clima está cada vez mais pesado não só em Lviv, mas em toda a Ucrânia. Ollinyk e a família, porém, resolveram ficar e manter as portas do café abertas, não só como ato de resistência, mas para proteger os gatinhos. “Eles vivem aqui desde os 4 meses de idade. São como família. Percebemos que nunca vamos deixar nosso país, que esse é o único lugar onde nos enxergamos no futuro”, contou o comerciante ao site The Dodo. 

Para Ollinyk, mais do que nunca, as pessoas na Ucrânia precisam do clima de paz e tranquilidade que os gatinhos ajudam a construir no café. “Atualmente, temos menos visitantes regulares, mas há pessoas que vêm até de outras cidades. Elas precisam de comida quente e emoções positivas.” Segundo o comerciante, duas das salas do café ficam no porão. Por isso, em caso de bombardeio, há um espaço seguro, tanto para as pessoas quanto para

Os proprietários acreditam que, mais do que nunca, os moradores da Ucrânia precisam encontrar o café de portas abertas Crédito: Reprodução/Facebook

os gatinhos que moram no Cat Cafe Lviv. 

No perfil do Facebook, Ollinyk agradeceu o apoio que tem recebido de todo o mundo. Com uma conta no PayPal, o estabelecimento vai doar 50% das transferências para o exército ucraniano.

Onde eu guardei meu osso? Sinais de alzheimer em pets

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Tutores devem observar os sinais e consultar o veterinário Crédito: Pixbay

 

Já percebeu que alguns cães e gatos, quando mais velhinhos, começam a parecer desorientados? Assim como acontece com humanos, animais domésticos — cães mais do que os gatos — idosos podem sofrer de doenças neurodegenerativas. Importante é reconhecer os sinais e ajudar o amigão a ter qualidade de vida na velhice.

De modo geral, cães e gatos são considerados idosos a partir dos sete anos de idade, quando a visita de rotina ao veterinário deve ser feita a cada seis meses.

Mudanças bruscas de comportamento são os principais indícios de que algo pode estar errado com a saúde do pet. Sinais como desorientação, ansiedade ou inquietação, necessidades fora do lugar, desequilíbrio e dificuldade para caminhar ou manter a cabeça ereta podem ser sintomas de doenças neurodegenerativas, como a Disfunção Cognitiva Canina, cujos sintomas são semelhantes ao do Alzheimer humano.

“No caso dos gatos, além das mudanças no comportamento, os tutores devem ficar atentos às doenças que acometem o trato urinário”, orienta a Joana Portin, médica-veterinária da Nofaro, especialista em felinos. Ela explica que eles costumam “esconder” que estão doentes. No entanto, alguns sinais, como aumento na micção ou sede excessiva, podem ser indicativos de problemas renais, principalmente na terceira idade. “Nesse caso, a recomendação é acionar um médico-veterinário”, alerta.

Não existe cura para as doenças neurodegenerativas. Porém, os avanços da medicina veterinária garantem tratamentos eficazes no controle dessas patologias, focando no bem-estar e na qualidade de vida dos animais. Além das terapias convencionais, especialidades como acupuntura e fisioterapia são essenciais para o aliviar os sintomas e inibir o avanço das doenças.

Em casa, algumas mudanças na rotina do pet também podem beneficiar a saúde e tornar o dia a dia mais prazeroso. Para Dora Mazzali, veterinária, a alimentação de animais idosos é assunto que merece atenção: “Para pets sem apetite ou com alguma dificuldade para se alimentar, a alimentação natural, sob supervisão de um nutricionista, pode ser uma excelente aliada na nutrição, principalmente no caso de animais idosos, que eventualmente podem se tornar resistentes à ração seca”, finaliza.

 

Cadela queimada viva ajuda vítimas de violência

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Quem vê Denali balançando o rabinho freneticamente para saudar qualquer humano que se aproxima não imagina que, há quatro anos, essa dócil cachorrinha quase morreu, ao ser queimada viva. Ela foi vítima da mulher de seu tutor, que, durante uma briga, ateou fogo em Denali para atingir o marido. Apesar da gravidade dos ferimentos, a staffordshire terrier se recuperou, foi adotada e, hoje, ajuda vítimas humanas de maus-tratos. Como cão de assistência terapêutica, a moradora de Palm Harbor, na Flórida, visita pessoas que sofreram violência doméstica, levando esperança e amor. “Uma coisa que ouço muito é que ela ainda ama as pessoas, mesmo depois de uma pessoa ter feito isso. Mas ela não perdeu sua ternura”, disse à rede de TV Fox13 Karey

A cachorrinha não deixou de amar os humanos, mesmo quando se recuperava das queimaduras Foto: Karey Burek/Arquivo pessoal

Burek, que adotou a cadelinha há três anos. Em junho de 2021, a mulher que ateou fogo no canil com Denali dentro foi condenada a nove anos de prisão, em regime fechado. Ela, atualmente, cumpre a sentença.

Corrida com segurança

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Saiba como começar a correr com segurança com o melhor amigo. Esporte é saudável para tutores e pets

Antes de correr com o pet, visite o médico veterinário /Crédito: U.S. Air Force

 

Uma das resoluções mais comuns no começo do ano é a de uma vida mais saudável, com a inclusão de uma atividade física na rotina. A corrida veio como uma das modalidades esportivas mais adoradas pelo público, e ganhou diversos eventos voltados para esse esporte em todo o país.

Entretanto, muitos acabam perdendo o estímulo com o tempo e, por isso, ter um parceiro para se manter motivado pode ser aquele detalhe que faz toda a diferença. E por que não esse parceiro ser o seu cão? Afinal, assim como a atividade física faz bem à saúde e bem-estar das pessoas, ela também promove muitos benefícios aos animais.

Confira, abaixo, 6 dicas da médica veterinária Priscila Rizelo, Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, para incluir seu cão em uma rotina de vida mais saudável junto com você:

CHECK UP   
Para começar, é importante ter certeza de que seu cão está saudável e que está apto a iniciar essa jornada em segurança e sem prejuízos para a saúde dele. Portanto, um check up no médico veterinário é o primeiro passo antes de levá-lo às corridas com você.

DE OLHO NA BALANÇA     

Caso ele esteja acima do peso, é importante moderação. Iniciar as primeiras semanas com uma caminhada, para que ele possa se acostumar, é o recomendado. Adaptar a alimentação e incluir exercícios na rotina do pet ajudam no controle de peso e deixam seu cão mais saudável e disposto. Cães obesos tem menor expectativa de vida e maior predisposição à problemas articulares. Fique de olho!

HORÁRIO APROPRIADO   

Escolha um local e horário apropriado para a prática de exercícios. Geralmente, o início da manhã e o final da tarde são os mais recomendados. Enquanto você usa tênis e está protegido do calor do asfalto, seu cão pode queimar as patinhas.

HIDRATAÇÃO É ESSENCIAL          

Em todas as estações do ano, mas principalmente no verão, é importante ingerir bastante água e essa recomendação não é diferente para os cães. Faça pequenas pausas para que ele possa se hidratar no trajeto. Uma dica também é apostar na alimentação combinada, ou seja, incluir alimentos úmidos na rotina de alimentação do seu pet, o que colabora para a hidratação.

ALIMENTAÇÃO ADEQUADA        

É importante conversar com o veterinário de confiança para que ele recomende a nutrição mais adequada para o gasto energético do seu cão. Assim como você busca um nutricionista para equilibrar sua dieta, o veterinário precisa saber quantas vezes na semana seu cão irá correr com você, por quanto tempo, em qual intensidade e adequar a rotina de alimentação às necessidades físicas dele.

ADAPTAÇÃO         

Esse momento com o seu pet é para ser repleto de diversão. Vale saber que nem todos os cães gostam de correr, então, observe se essa atividade também está sendo prazerosa para ele. É preciso respeitar os limites de cada um.

Outro fator importante é a respiração. Cães braquicefálicos – aqueles com o focinho achatado – tem mais dificuldade de respirar e trocar calor por meio da respiração, por isso, estão mais sujeitos a hipertermia. Se esse é o caso do seu pet, considere fazer outro tipo de atividade com ele.

Agora, é só se preparar para viver esse momento de muito companheirismo e incentivo mútuo! Se tiver qualquer dúvida, não deixe de consultar seu médico veterinário de confiança.