Crédito: Michele Casalino/Divulgação. No alto, em sentido horário: Francesco Bravin, Anna Lara, Vittoria, Pietro e Andrea
Um italiano pode mudar de país, de profissão, buscar novas culturas, mas, jamais, renega a comida e o modelo familiar construído a partir da mamma. É assim com o chef Francesco Bravin, nascido em Portogruaro, província de Veneza, “aprendi a cozinhar com minhas nonnas”, e se orgulha em dizer que eram cozinheiras de mão cheia e que foram a inspiração para classificar sua cozinha como afetiva. “Ainda menino, estava sempre por perto observando e aprendendo o ofício de cozinheiro, que exerço desde os 16 anos.”
Na trajetória profissional, Bravin passou por restaurantes nas cidades italianas de Portogruaro, Bibione e Jesolo. Aos 26 anos, assumiu a cozinha do Piazze d’Italia, em Barcelona, o restaurante italiano mais famoso e antigo da cidade catalã, pertencente a Nicola Marino, grande referência gastronômica.
Foi uma história de amor que trouxe Bravin a Brasília, há sete anos. Em Barcelona, ele conheceu a brasiliense de Sobradinho Gilmara Andrea, que também se aventurava em busca de novas oportunidades na cidade catalã. Se apaixonaram e decidiram fixar residência na capital federal, onde Andrea tem família.
Depois de ficar um ano analisando o mercado gastronômico, Francesco encontrou o espaço pretendido nos fundos do bloco D da 214 Norte, de frente para a residencial e para o Parque Olhos D’Água, onde instalou o Vittoria d’Italia, em abril de 2014.
Aqui, a família cresceu, pois, além da filha de Andrea, Anna Lara de 15 anos, que Francesco ama como filha, o casal tem a pequena Vittória, de 7 anos — homenageada no nome do restaurante — e o primeiro varão Pietro, de 7 meses, que as irmãs ajudam a cuidar. Na cozinha, o chef faz tudo sozinho. Todos os pratos são preparados artesanalmente por ele, que espera encontrar alguém interessado em aprender as receitas.
Aberta há cinco anos, a casa apresenta menu clássico de antepastos, massas finas, carnes, aves e pescados. Gostei muito da carbonara (R$ 41,50) ao ponto de considerar que não perde para a do Nino Cucina, tido como o rei da carbonara de São Paulo. Não raro, o chef sugere preparos fora do cardápio. Outra grande pedida é o carpaccio de carne, creme e lâminas de trufa, parmesão e limão siciliano (R$ 69,90). Você pode também encontrar a pegada de trufa no risoto (R$ 79,90) e no tagliatelle (R$ 89,90), além do ovo frito por R$ 10.
No capítulo pasta, a proposta é combinar espaguete ou penne com os inumeráveis molhos tradicionais, como pesto, puttanesca, tricolore ou contadina. O reconhecimento da boa cozinha veio no ano passado quando a casa recebeu o selo de qualidade Ospitalità Italiana, semelhante ao que detém a Trattoria Da Rosario.
Vittoria funciona de terça a sexta-feira, das 19h às 23h30, sábado das 12h às 15h30 e 19h às 23h30, e domingo, das 12h às 16h. Telefone: 3547-0795.
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