Casa Valduga. Crédito: Valduga/Divulgação
Em oito etapas, o evento será realizado na quinta-feira na Trattoria da Rosario
“Antes de fazer duas garrafas, faça uma. Mas faça bem feito. Assim o cliente gosta e volta a comprar”. Essa orientação, repetida por muitos anos por Luiz Valduga para os filhos, provou que o “velho Gigio”, como era conhecido na família, estava certo. Luiz descende de Marco, o primeiro Valduga, nascido em Trento, que por volta de 1875 embarcou num navio rumo a América com centenas de trabalhadores italianos para escapar da fome e da pobreza no Velho Mundo.
Na Serra Gaúcha, os Valduga encontraram o que não tinham na Itália: terra e passaram a cultivar. Esse é o começo de uma bonita história na qual Luiz e Maria foram um exemplo de trabalho para os seis filhos. Três deles – Juarez, João e Erielso – prosperaram na vitivinicultura fundando as bases de um gigante do setor: Casa Valduga se torna a primeira vinícola do Brasil entre as 100 melhores do mundo ao conquistar a 58ª posição na lista World`s Best Vineyards.
No Distrito Federal a empresa gaúcha é representada pelo sommelier Rafael Pires de Sá, filho de Gilvan Pires de Sá, que por duas décadas foi “o homem da Valduga” em Brasília e não chegou a conhecer do ranking. Ele faleceu recentemente. O fato será lembrado em jantar comemorativo do prêmio Top 100, comandado por Rafael e o chef Rosario Tessier, quinta -feira na Trattoria da Rosario, com oito etapas por R$ 248.
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