Costelaria Gaúcha muda de lugar

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Com mais de 30 mil atendimentos no sistema drive thru e delivery a Costelaria Gaúcha, que funciona desde julho de 2020, somente nos fins de semana e feriados, ficou pequena na pista paralela ao acesso da ponte JK e se prepara para mudar de endereço. “Em abril, por volta do dia 21, aniversário da cidade, estaremos instalados bem perto daqui, compartilhando a área da Associação Rotariana de Brasília, que fica no Trecho 2 do Setor de Clubes Esportivos Sul, não só com a costela assada no fogo de chão, mas também com outros cortes preparados na parrilla, no forno combinado e no pit smoker, para servir a clientela debaixo de uma confortável tenda de lona tensionada com 250 lugares”, anuncia o gaúcho de Erechim, Gilberto Zortea, de 45 anos, que assa carne desde os 21.

O novo espaço gastronômico surgiu depois da desistência da costelaria de continuar no território da Astrife (Associação dos Servidores do Supremo Tribunal Federal), de onde já saiu outra grife, O Tuga, de bacalhau e polvo na brasa. O escritório Lazzeri Arquitetura é o responsável pelo projeto das novas instalações numa área de cinco mil metros quadrados, com forte apelo rural apesar de distar apenas três quilômetros da Praça dos Três Poderes.

Estilo country

O sabor imbatível da costela de Nelore, que Zortea recebe de dois frigoríficos locais, ganhará companhia no fogo de chão da paleta de cordeiro uruguaio, que será oferecida ao lado de outros cortes nobres assados na parrilla, como prime rib e t-bone, além de legumes grelhados. Já no pit smoker rústico no estilo americano, feito em aço carbono, cuja dimensão de 7,5 metros e quatro portas foi idealizada pelo próprio Zortea, serão assados brisket, costelinha suína e até frango sentado na cerveja, que será “uma atração da casa”, promete o assador.

“A ideia é que não tenha cara de churrascaria, mas se aproxime mais de uma small farm como existe nos Estados Unidos”, declara o arquiteto Ednilson (Zinho) Lazzeri, que concebeu um laguinho com patos, uma taipa de pedras da região de 200 metros e um curral para cavalos, ovelhas, pôneis, pavão e outros bichos amigos. A cozinha será instalada em contêineres que já se encontram na área, futura sede da Costelaria Gaúcha, que ganhou um investidor local responsável pela sua ampliação.

Liana Sabo

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