Coalhada Seca. Crédito: Liana Sabo/CB/D.A Press
Só o arroz, chamado Plov, tem mais de 200 receitas preparadas com guisados de carne, peixe e vegetais, com muitas especiarias. Essa é a base da culinária do Azerbaijão, farta e colorida, sempre acompanhada pelo chorek, pão típico assado e servido um em cima do outro. Folhas frescas, como coentro, salsa, cebolinha e manjericão integram quase todos os pratos à base de carneiro, aves, peixes do rio e do mar Cáspio. Só não tem carne de porco vedada pela religião muçulmana, segundo a qual “o alimento não deve nutrir apenas o corpo, mas também a alma”.
Por isso os pratos são bem decorados. Quem sabe é o jovem chef Halil Ceyhan Filho, de 19 anos, que pilotou banquete de pratos azerbaijaneses, alguns semelhantes aos árabes, em referência aos 31 anos do Dia de Khojaly, importante data lembrada com a presença do embaixador daquele país no Brasil, Rashad Novruz. O jantar foi servido na sede da BRK, empresa de eventos de propriedade de Rafael Justus, no Lago Sul, onde atua o chef Halil. Telefone: 98409-1014.
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