Pode uma vinícola produzir cerveja? Essa questão nunca esteve nos planos da Casa Valduga, uma das produtoras de vinho mais importante do Brasil, até que descobriu que um de seus funcionários, Rodrigo Veronese, encarregado do setor de compras, fazia em casa cerveja na panela e a vendia para os colegas. Foi o mote para os Valduga se lançarem em um novo projeto, depois do vinho, do suco, da geleia e do cosmético. Agora eles também produzem cerveja com o nome Leopoldina.
Chegaram a Brasília e estão sendo distribuídas pela Pires de Sá Vinhos, que as colocou à venda na Super Adega, as novas cervejas especiais sulistas em quatro estilos diferentes: Pilsner Extra elaborada com maltes e lúpulos tchecos da região que dá nome à cerva, por R$ 20,90: Ipa, típica pale ale American, que foi criada pelos ingleses na Índia e aperfeiçoada no Novo Mundo com aroma de notas cítricas e florais por R$ 24,90; Weissbier, uma alemã feita com o melhor trigo da Bavária, que apresenta aromas de cravo e banana por R$ 22,90.
Completa o quarteto a Leopoldina Witbier (significa cerveja branca) Limão Siciliano e Coentro, que é a descendente direta da bebida da Idade Média, armazenada com temperos cítricos. Possui um toque adocicado e cítrico. Bastante gastronômica harmoniza com queijo de cabra e frutos do mar e sai por R$ 22,90.
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