Créditos: Arquivo Pessoal/Divulgação. Chef André Magalhães, da Taberna da Rua das Flores, em Lisboa.
Nem só de queijo artesanal cuida o movimento Slow Food, mas também de cinema, desde que o filme tenha a ver com processos alimentares e gastronômicos herdados por tradição e que valorizem o produtor, objetivo principal da organização não-governamental nascida na Itália nos anos 1980. Assim, mais uma vez, pelo sétimo ano consecutivo será realizado em Pirenópolis o Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local, no período de 15 a 18 de setembro.
Na gastronomia, a atração será a presença do chef português André Magalhães, que comanda como “taberneiro-mor” um dos espaços gourmets mais badalados de Lisboa, a Taberna da Rua das Flores. Ele, que já esteve no mesmo evento em 2013, vai falar no sábado, 17, sobre um projeto da vinícola Esporão e mostrado na tela que reúne receitas tradicionais lusas, executadas por chefs contemporâneos. Domingo, André Magalhães pilota almoço no restaurante Montserrat, do chef catalão Juan Pratginestós.
No menu, manja, prato do Ribatejo com lascas de bacalhau assado e azeite; cabritinho assado com arroz de miúdos e tigelada com sorvete de arroz doce. Preço: R$ 140. No cinema, serão exibidos 25 títulos, entre curtas e longas-metragens, produzidos em diferentes países, como Espanha, Polônia, Portugal, Reino Unido, Suiça, Peru, Canadá e Japão, além do Brasil.
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