O que Jorge Henrique pode acrescentar ao Brasiliense? O último técnico dele responde

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Campeão da Copa Verde, classificado para a terceira fase da Copa do Brasil e favoritaço ao título do Candangão 2021, o Brasiliense anunciou a contratação do atacante Jorge Henrique. Pé-quente, o jogador de 38 anos levantou taça em praticamente todos os clubes em que passou. O currículo dele tem título no Náutico, Athletico-PR, Ceará, Botafogo, Corinthians, Internacional, Vasco e Figueirense. O último clube do carioca de Resende foi o Náutico. O clube pernambucano terminou a Série B em 16° e escapou do rebaixamento para a terceira divisão. Jorge Henrique disputou 45 jogos e fez dois gols na temporada 2020. Acumulou 1.921 minutos em campo.

Último técnico de Jorge Henrique no Náutico, Hélio dos Anjos conversou com o blog sobre o reforço do Brasiliense e diz o que o clube do Distrito Federal pode esperar dele na temporada.

“Bela contratação do Brasiliense. O Jorge se reinventou de várias formas. É um jogador altamente competitivo ainda. É um jogador de treino, muito treino, ele se prepara realmente durante a semana para o trabalho. Não é por causa da idade que ele diminui o ritmo”, avalia.

Na opinião de Hélio dos Anjos, o atacante dá novas opções táticas ao Brasiliense. “Ele é interessante jogando por dentro como centroavante falso, como meia, é bom de grupo, competitivo, gosta de ganhar. Ele nos ajudou muito aqui. O passado dele mostra o jogador que ele tem condição de ser hoje. O melhor é que ele gosta muito de ganhar, buscar vitória, buscar resultado sempre e melhorar a performance. Belo profissional”, elogia o treinador.

O blog também conversou com o jornalista Cassio Zirpoli, especialista em futebol nordestino e autor do site cassiozirpoli.com.br sobre a temporada de Jorge Henrique. Zirpoli mora no Recife. Consequentemente, acompanha os clubes pernambucanos. “Essa última temporada de Jorge Henrique no Náutico foi bem ruim. Ele não se firmou como titular. Pouco gás para 90 minutos”.

Zirpoli destaca que o Náutico acionou Jorge Henrique em diferentes funções. “Foi utilizado como atacante, meia e até segundo volante, mais pelo passe do que pela marcação. Achei pouco útil. Ele tem uma identificação com o Náutico, mas isso nem foi suficiente para haver interesse em renovação”, pondera.

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Marcos Paulo Lima

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