Um Dia Para Ficar na História

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Cosette Castro

Brasília – Hoje começamos o Blog com  um agradecimento e uma homenagem.

Agradecimento aos mais de 25 parceiros e apoiadores do Coletivo Filhas da Mãe que tornaram possível a realização da 4a. Caminhada da Memória, que saiu às 9h da quadra 204/205 do Eixão Norte até a quadra 208,  onde foram realizadas Atividades Pós-Caminhada até 12h. O domingo, 21 de setembro, é o  dia mundial de conscientização sobre o Alzheimer e outras demências.

Há mais de dois meses a 4a Caminhada da Memória vinha sendo organizada, pois é urgente informar sobre o Alzheimer, o tipo mais comum de demências. Há também outros mais de 100 tipos de demências, uma pandemia silenciosa, progressiva e sem cura que adoece toda a família física e emocionalmente. Principalmente quando não há implementação de políticas públicas, seja no âmbito nacional, Lei nº 14.878/2024, ou distrital, Lei 6926/2021.  Nem informações para as famílias, em especial às cuidadoras familiares.

Na 4a. Caminhada da Memória estiveram presentes até quatro gerações da mesma família caminhando juntas e depois participando das atividades Pós-Caminhada. Também estiveram 05 pessoas cadeirantes, acompanhadas de seus familiares e pessoas com outras deficîências. Conheça as atividades da Caminhada e da Pós-Caminhada (fotos e vídeos aqui.)

Durante a Roda de Conversa, uma das atividades Pós-Caminhada, foi instiuido o cargo de  Mascote Senior para D. Eloiza Sauerbronn de Salles, 91 anos, que participa com a filha do grupo de Caminhadas do Coletivo Filhas da Mãe. D. Eloisa é um bom exemplo de que a longevidade saudável e ativa é possível. Ela caminha uma hora todos os dias, inclusive nos domingos com o Coletivo Filhas da Mãe.

Instituições parceiras e apoiadoras da 4a. Caminhada da Memória

Nesta edição também homenageamos as  milhões de pessoas foram às ruas do país para dizer não à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Blindagem, que pretende tornar deputados e senadores imunes a punição em caso de crimes contra à  população e contra à nação. Só em Brasília, 50 mil pessoas disseram Não em alto e bom tom.

Elas e eles também foram às ruas para dizer Não a Anistia. E dizer Não a Anistia  vai além dos partidos políticos.

Significa defender a democracia, a soberania e garantir que a bandeira brasileira siga verde e amarela.  Além disso, é uma forma de homenagear os mais de 715 mil mortos pela Covid-19 durante o governo anterior. E uma homenagem aos órfãos da Covid-19, mais de 113 mil crianças e adolescentes que ficaram sem um ou sem os dois pais.

O domingo, 21 de setembro, mostrou que não foram esquecidos.

Cosette Castro

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