Celso Sabino disse ao Correio que tratou do assunto com o novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e que deve entrar logo na pauta de votação
Por Samanta Sallum
O projeto de lei que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos no Brasil avançou no Congresso. O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil/Pará), defende o projeto com base em estudos de impacto econômico que apontam os benefícios da regularização das atividades para o turismo no Brasil, além de gerar empregos e mais arrecadação de impostos para os cofres públicos.
“O projeto, na verdade, autoriza a instalação de cassinos em polos turísticos ou complexos integrados de lazer, como resorts e hotéis de alto padrão. Os cassinos também poderão ser instalados em embarcações marítimas, limitadas a 10 no país”, explicou o ministro ao Correio. Haverá, também, uma divisão por estados, para que esses polos turísticos possam ajudar no desenvolvimento regional.
Perguntado pelo blog sobre a tramitação do projeto, Sabino contou que já tratou do assunto com o novo presidente de Senado, Davi Alcolumbre, seu colega de partido. “O projeto já recebeu mais de 400 votos favoráveis na Câmara dos Deputados, e estamos trabalhando para que seja aprovado no Senado em breve.”
O ministro falou com o blog depois de ter participado do almoço Lide/DF em Brasília, que teve como anfitrião o empresário e presidente do PSD/DF.
Parlamentares que representam setor religioso têm resistência ao projeto dos cassinos. “Há cassinos em países evangélicos, cristãos. Isso não pode ser um impeditivo”, argumentou Sabino.
O presidente Lula já declarou que sancionará a lei se ela avançar no Congresso. O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, também já vinha se manifestando favorável, mas defende regras com limites para apostas.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, de Serviços e Turismo (CNC) também defende a legalização dos cassinos.
O projeto autoriza a instalação de um cassino em cada estado e no Distrito Federal, com exceção de São Paulo, que poderá ter até três cassinos, e de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas e Pará, que poderão ter até dois cada um, em razão do tamanho da população ou do território.
Os investimentos podem chegar a R$ 100 bilhões, com a geração de cerca de 1,5 milhão de empregos diretos e indiretos no Brasil. A arrecadação potencial por ano seria de R$ 22 bilhões, divididos entre os estados, os municípios e a União.
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