Entre os produtos básicos, a principal variação foi registrada no café torrado e moído (+39,60%), seguido por óleo de soja (+29,22%) e leite longa vida (+18,83%). Já as quedas foram puxadas pelo feijão (-8,58%) e pelo açúcar refinado (-0,41%).
Por Samanta Sallum
A cesta de alimentos básicos com 12 produtos teve alta de 14,22% ao longo de 2024. Em dezembro do ano passado, era necessário desembolsar R$ 345,23. No mesmo período de 2023, o custo era de R$ 302,24. Os dados são da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Na cesta com 35 produtos de largo consumo, a alta foi de 9,96%. Subiu de R$ 722,57 em 2023 para R$ 794,56, em 2024, na média nacional.
Carne bovina mais cara
No último trimestre, fatores climáticos, aumento das exportações de carnes e a demanda interna mais aquecida elevaram os preços da cesta de proteína. As maiores altas no ano foram registradas na carne bovina – cortes do dianteiro (+25,25%).
Entre os produtos básicos, a principal variação foi observada no café torrado e moído (+39,60%), seguido por óleo de soja (+29,22%), leite longa vida (+18,83%), arroz (+8,24%). Já as quedas foram puxadas pelo feijão (-8,58%) e pelo açúcar refinado (-0,41%).
Os preços dos hortifrutigranjeiros registraram deflação no ano: cebola (-35,31%), tomate (-25,87%), batata (-12,54%).
Alta no Centro-Oeste
Na análise por região, a maior alta da cesta básica veio do Sudeste (+17,05%), seguida por Centro-Oeste (+15,76%), Nordeste (+12,15%), Sul (+12,04%) e Norte (+9,94%).
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