Por Samanta Sallum
Devido à redução do crescimento da demanda interna, a indústria deve crescer 2,1% no ano que vem. A indústria de transformação tende a subir 2%. Se a expectativa se confirmar, serão dois anos consecutivos de alta do setor, o que não ocorre desde o biênio 2017-2018. Os dados são do relatório Economia Brasileira 2024-2025, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Veja as projeções:
PIB – Crescimento de 2,4%. Índice menor que o deste ano, que deve alcançar 3,5%.
Selic – Depois do ciclo de alta previsto até o 1º semestre, os juros devem fechar 2025 em 12,75%.
Inflação – Fechando o ano em 4,2%.
Dólar – R$ 5,60 na média de dezembro de 2025/câmbio será mais desvalorizado em todo o ano, quando comparado a 2024, considerando a média dos dois anos: R$ 5,70/US$ em 2025 ante média de R$ 5,38 em 2024.
Crescimento da indústria – 2,1% para 2025. Índice menor que o deste ano, que aponta para 3,3%.
Consumo – Deve crescer 2,4% em 2025, quase metade do previsto para este ano.
Investimentos – Tendem a subir 2,6%, patamar bem inferior aos 7,3% em 2024.
Serviços e agropecuária
O setor de serviços deve aumentar 1,9%, enquanto a agropecuária deve se recuperar da queda prevista para 2024, crescendo 4,2% no ano que vem.
Importações e exportações
No que diz respeito ao setor externo, as importações devem seguir em alta em 2025, mas em ritmo bem mais lento ao de 2024, prevê a CNI, sobretudo pela desvalorização do real e crescimento menor do PIB. As exportações devem melhorar, entre outras coisas, por causa da recuperação da agropecuária.
Pessimismo como alerta
“O cenário para 2025 é pessimista. Espero que possamos estar errados e que a economia surpreenda como ocorreu este ano. Mas que essas projeções sirvam de alerta para aqueles que conduzem a política econômica e monetária do país”, comentou o presidente da CNI, Ricardo Alban, durante a apresentação do relatório, ontem, na sede da CNI, em Brasília.
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