O setor produtivo na capital federal se aglutinou, nos últimos dias, para mostrar força e também para se confraternizar. A intensa agenda de eventos, que reuniu empresários, empreendedores e políticos, foi cenário de conversas e tratativas, nos bastidores, que tiveram e terão impacto no setor público.
As federações da Indústria e do Comércio, o Lide/Brasília, o Sindivarejista e o Sindiatacadista organizaram encontros de fim de ano com seus associados, que tiveram a participação de lideranças do GDF, da Câmara Legislativa, do Tribunal de Contas do DF e do Congresso Nacional.
A pluralidade partidária se fez presente. Representantes tanto da ala direita quanto da esquerda participaram de todos os eventos. Na pauta das rodas de conversa, a composição do secretariado de Ibaneis Rocha, questões tributárias e administrativas.
Isso significou perda de espaço político para a deputada Jaqueline Silva (Agir), que era quem indicava o secretário de área. O próprio Ibaneis confirmou que a mudança tinha sido proposta por Jamal e Álvaro. Mas teve também como padrinhos Rafael Prudente(MDB) e Robério Negreiros (PSD), que será o líder do governo Ibaneis na Câmara.
Perguntado se ocorreria a mudança no setor, disse que “ainda estava em estudo”.
Demonstrou que era algo ainda muito indefinido. E lá estavam reunidas as principais lideranças empresariais da cidade. Pires não sabia que, pouco antes, já tinha sido divulgada oficialmente a fusão por meio de release do GDF para parte da imprensa.
A confirmação do ex-distrital Cristiano Araújo (MDB) como próximo secretário de Turismo provocou descontentamento em grande parte do setor. Após o anúncio, na semana passada, 14 importantes entidades assinaram um documento, enviado ao governador Ibaneis Rocha, dizendo que não apoiam Cristiano.
Reforçaram “a necessidade de que seja mantida a costumeira boa relação com o titular da pasta do Turismo bem como a garantia de continuidade dos trabalhos iniciados”.
Assinam o documento Abih/DF, Brasília Convention e Visitors Bureau, Abav/DF, Sindieventos, Sindetur, RuralTur, ABCMI, ADVB/DF, ABBTUR/DF, Abare, Sindicato dos Guias de Turismo, Fetratuh, Abla/DF e Associação Brasileira das Montadoras de Eventos. Já a Abrasel assinou documento apoiando Cristiano.
Cerca de 1 mil ônibus podem parar de circular no DF, deixando de atender milhares de passageiros nas regiões de Ceilândia e Brazlândia. Das cinco empresas que operam o sistema de transporte público, três já cumpriram a determinação do contrato de renovarem a frota. Uma está em fase de substituição. Mas a São José, alegando prejuízo, ameaça abandonar o sistema.
O governo terá de fazer uma nova licitação específica para a bacia que a empresa atende. Ibaneis poderá, judicialmente, obrigar a empresa a permanecer até resolver o problema.
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