Por Samanta Sallum
O Ministério da Agricultura quer lançar até final de junho o Plano Safra 2022/23 no valor de R$ 330 bilhões. O último teve orçamento de R$ 252 bilhões. Mas não está fácil garantir os recursos no Ministério da Economia. Um dos entraves é a alta da selic, que obriga o governo federal a alocar mais dinheiro para compensar a diferença entre a taxa de juros de mercado e a oferecida pelo Plano, essa bem mais baixa.
“Precisamos manter a liderança mundial do Brasil na produção de alimentos, tanto para o mercado externo como para abastecer o interno. O Plano Safra é fundamental e vamos lutar pelo orçamento mais robusto” , afirmou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Guilherme Bastos.
Ele participou hoje de entrevista, ao vivo, no programa CB Agro, da TV Brasília.
A pasta corre contra o tempo, pois o Safra 2022/23 tem de entrar em vigor a partir de 1º de julho. Mas ainda não há definição do Ministério da Economia sobre o montante exato que poderá ser destinado ao programa nos próximos 12 meses.
A greve de funcionários do Banco Central e do Tesouro Nacional também atrapalha o processo. Mas as entidades que representam a agropecuária no país, como CNA, OCB e Frente Parlamentar, estão mobilizadas para garantir os recursos do governo federal.
O Banco do Brasil e bancos de cooperativas são os que mais disponibilizam os financiamentos a pequenos, médios e grandes produtores. Mas a rede está sendo ampliada para diversas instituições financeiras privadas.
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