Por Samanta Sallum
Seguindo a alta acumulada da inflação no último ano, o segmento pode sofrer reajuste numa média de até 12%. O anúncio vai ocorrer no final de março. E os novos preços dos remédios passarão a valer a partir de 1 de abril. Essa definição é de responsabilidade da Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (CMED), órgão interministerial que tem participação da Anvisa. Se confirmado, será o maior reajuste da década no país.
Aumentos diferenciados
Cerca de 10 mil medicamentos estão na lista oficial. E a atualização dos valores é feita anualmente. No ano passado, ficou, em média, de 9%. Mas o aumento não é linear. Ele poderá variar de um item para o outro. Os de baixa concorrência tendem a ter menor reajuste, pois a CMED atua para coibir abuso de preço. E os de alta concorrência, como os genéricos, podem sofrer maior alteração, por terem mais liberdade de regulação no mercado. Então, de maneira geral, a variação poderá ser de 2% a 20%.
Ricardo Alban fez um manifesto hoje contra a escalada de gastos públicos e a sobrecarga…
Conselho Federal de Contabilidade afirma que exigência do órgão é “inexequível” neste ano. Confederação Nacional…
Gerenciar a linha tênue que separa identidade de marca e ousadia de discurso, jogada de…
Contratos de locação não residencial devem ser registrados até 31 de dezembro em cartório Por…
Atualização de base cálculo será em média de 1,72%. Novo projeto de lei foi necessário…
Coluna Capital S/A Por SAMANTA SALLUM A segunda parcela do 13º salário, que saiu nos…