Por Samanta Sallum
Os Sindicatos da Habitação e as associações civis representantes de empresas de administração de imóveis de todo o Brasil enviaram aos congressistas a posição do grupo sobre o PL nº 2.337/21 (3ºsubstitutivo), que trata da reforma do Imposto de Renda. As 23 entidades que assinaram o documento, incluindo uma do DF, afirmam que sem os ajustes necessários aproposta quebrará diversas empresas.
7% do PIB
“O PL está atingindo de morte as empresas do lucro presumido. Elas terão aumento gigantesco de carga tributária. Apenas em relação às empresas do setor imobiliário, são cerca de 97 atividades econômicas que são responsáveis por 10% dos empregos gerados no país, 9% dos impostos arrecadados e 7% do PIB”, aponta o documento.
Contra o regime de urgência
O setor pede a manutenção das regras vigentes do lucro presumido e a não aprovação em regime de urgência do projeto. O presidente do Secovi-DF, Ovídio Maia, é um dos que assinam a carta. A entidade está acompanhando de perto o posicionamento dos parlamentares que formam a bancada do DF no Congresso.
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