VISTO, LIDO E OUVIDO

Publicado em Íntegra

circecunha@gmail.com; arigcunha@ig.com.br

Salvador da pátria que não salva   Dentre os infinitos problemas para quem amarra a política de Estado à política de governo estão, além do estreitamento das relações econômicas internas e externas, o perigo de submeter o futuro da nação às limitações traçadas pelo estatuto e pelo manual ideológico e míope do partido. A mais de uma década, o governo decidiu virar as costas aos EUA e ao mundo desenvolvido em geral, impondo de cima para baixo novas parcerias comerciais e políticas ao país. O custo desse novo alinhamento, feito com base no receituário alienígena do Foro de São Paulo, tem sido alto para o Brasil e consumirá outra década caso o país resolva retornar ao ponto de origem. Nem mesmo a sinalização clara trazida por todos os indicadores econômicos atuais, apontando o erro dessa trajetória suicida tem sido suficiente para demover o governo de conduzir um país. Observam-se as complexidades do Brasil como se fossem uma republiqueta perdida na selva tropical. O anúncio, feito com ares de festividade, da chegada do premiê chinês, Li Keqiang  com um cheque de U$ 53 bilhões para investimentos em infraestrutura no Brasil, demonstram além da  inocência do Executivo com relação as boas intenções do parceiro asiático, uma afoiteza em assegurar, o quanto antes, esses recursos para recuperar os escombros da economia. Chamado pelo Palácio do Planalto de “salvador da pátria” o líder chinês chega com uma mala vistosa cheia de dinheiro numa das mãos. No bolso interno do paletó estão , guardadas do público, os contratos que deverão ser assinados pelas autoridades brasileiras. Ninguém precisa conhecer o mandarim e o ethos do povo chinês para saber que os conceitos de  capitalismo naquele país são levados ao extremo, muito se assemelhando a Europa no período da revolução industrial. Ao contrário do que acreditam os membros do governo esse baú de dinheiro  não é o salvador da pátria.   A frase que nao foi pronunciada:  “No BNDES, não temos o direito de saber em que condições recursos públicos estão sendo repassados, a taxas privilegiadas para governos amigos, cobertos pelo manto do sigilo” 
Senador Álvaro Dias comemora a aprovação do projeto de lei que obriga o BNDES a divulgar para quem empresta dinheiro.

Agenda

Amanhã será dia de manifestação no gramado em frente ao Congresso Nacional. “7 Anos de Injustiça” é a marca do protesto. Instituiçoes que representam os Direitos Humanos e Tolerância Religiosa e outras instituições da sociedade civil aderem a campanha mundial pela libertação dos prisioneiros bahá’ís no Irã. Centenas mensagens que foram enviadas via redes sociais para os prisioneiros serão expostas em um banner gigante, que será estendido em frente ao Congresso Nacional no último dia da mobilização, que começou dia 14 de maio em todo o mundo. O evento começará às 10h.

Release Na próxima quarta, 22, o Airbus Group e uma de suas distribuidoras no Brasil, a Hiparc, realizam evento na capital federal sobre potencial  de imagens de satélite. A agenda é voltada para as áreas técnicas dos ministérios que podem adquirir as imagens, disponíveis para compra, após registro em ata de preços, em licitação organizada pela Central de Compras e Contratações do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão.

78 anos Ultragaz, antiga e sempre inovando. A campanha publicitária criada pela Talent enaltece a capacidade do brasileiro como batalhador dentro e fora de casa. É bom que invista na imagem para informar os mais jovens sobre a marca. Os mais antigos, que não se enganam pelas aparências já sabem que a Ultragaz é uma empresa confiável.

Leitor Jarbas Prates Neto escreve à coluna sobre as soluções para a saída norte da cidade. A situação caótica tem hora marcada. Na opinião do leitor os engenheiros devem ter atenção para acriação de faixas exclusivas para
bicicletas e que permitam a integração com segurança de algumas das
ciclovias existentes no DF.

Continua Brasília , já foi modelo de mobilidade e recuperar o terreno perdido nestes ultimos 20 anos. É preciso privilegiar modelos
sustentáveis que retirem os veículos de circulação  ao mesmo tempo em que os usuários tenham outras opções de locomoção.

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