VISTO, LIDO E OUVIDO

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circecunha@gmail.com; arigcunha@ig.com.br

Dividir para dominar e depois perder Entre dois milhões e meio e dois milhões e novecentas mil pessoas foram para as ruas em mais de cento e cinquenta cidades do país neste domingo com um propósito bem específico: pedir o afastamento de Dilma Rousseff e do seu partido do governo. De quebra pediram também a prisão imediata de todos os comprovadamente corruptos. As vaias, os panelaços, as manifestações de rua, a atuação das mídias e a própria Justiça, com o Ministério Público à frente, vêm , pouco a pouco, encurralando este governo e parte do Congresso num beco sem saída. Esta posição acuada do governo federal e de importantes figuras políticas, complica, ainda mais, os problemas do país, fragilizando a governabilidade como um todo , com reflexos diretos na questão premente da reestruturação da economia. A credibilidade do governo é o lastro primeiro que garante e avalizam os rumos da economia. Com a perda da confiança nos governantes , a nação perde sua bússola e referência ,adentrando por mares tenebrosos, onde tudo pode acontecer, inclusive reações fraticidas. Saber como chegamos até aqui é relativamente fácil, basta conferir o amontoado de disparates ditos ao longo da última década pelas lideranças maiores do partido no poder. Principalmente na pregação sistemática da cisão do país entre “nós” e “eles”. O que se colhe agora, é o produto de um meticuloso trabalho de dissipação e instigação da revolta de classes, feitas com o intuito de “dividir para dominar.” O país esta hoje claramente dividido entre os 7% da população que ainda apoiam o atual governo e os demais que anseiam por mudanças urgentes. Uma parte da divisão social que Lula tanto insistiu em construir, também marcou presença. Só viu quem não quis, só não ouve quem não quer.

A frase que não foi pronunciada: “Nem todas as perdas são vida jogada fora, Algumas são necessárias.” Lia Luft

Prisão Nessa sexta-feira a Câmara Legislativa debateu sobre os estabelecimentos prisionais no DF. Vários convidados participaram dos debates e houve unanimidade em dois pontos. A superlotação e falta de pessoal para trabalhar são os maiores problemas. A audiência pública foi feita a pedido do deputado Raimundo Ribeiro que defende a melhoria no sistema para que o Estado cumpra a sua função mediante o preso e a sociedade.

Ampliação É certo que investir na Educação e preservar a família diminuem a incidência de encarcerados. Mas é preciso fazer investimentos porque o sistema está a um passo de um colapso. Prendem-se os mais perigosos e os outros são liberados. A falta de vagas acelera a necessidade de uma ampliação das instalações que já existem. João Carlos Souto, Secretário de Justiça defende a humanização e contribui com a idéia da tornozeleira para que os menos perigosos não fiquem impunes.

Comunicação Vindo do Amapá, Jory Oeiras, deputado estadual descreveu a situação dos presídios amapaenses. Sabia o que estava falando, já que era agente penitenciário antes de se candidatar. Para ele, a troca de informação das polícias militares, civil e federal de todo o país seria fundamental para o agir proativo e preventivo.

Execução Das 7.600 vagas, o DF tem encarceradas 14.015 pessoas. A juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais, confessou que não há recursos humanos suficientes para administrar essa população. Além disso, 43 mil processos tramitam com apenas 3 juízes.

Concentração Por outro lado, o Ministério Público está em processo de criação de um núcleo específico para o acompanhamento da execução penal. Adriana Albuquerque, promotora de Justiça também sente a necessidade de investimentos no sistema prisional.

Criação Alexandre Queiroz, que preside a Comissão de Ciências Criminais da OAB informou na audiência pública que o Brasil se aproxima no ranking mundial da maior população carcerária com 200 mil presos. A contribuição do Dr. Queiroz é a criação de um Código Penitenciário do DF. Aproveitou para criticar o fato de no DF ser permitida visitação durante a semana. Em todos os estados elas acontecem apenas nos fins de semana.

Colocação Apenas 10% dos presidiários conseguem colocação no mercado de trabalho. Os órgãos públicos absorvem mais que as empresas privadas. Por enquanto, nesse último caso, apenas quatro firmaram contrato com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso- Funap. Francisca Aires sugeriu um seguro –desemprego para sustentar o ex- presidiário por pelo menos 6 meses, ate que consiga trabalhar.

Humanização Familiares de presos aproveitaram a reunião para descrever o tratamento dado aos visitantes nos presídios. Reivindicaram mais humanidade e dignidade no trato. O resultado da reunião, segundo o portal da Câmara Legislativa, será transmitido ao GDF.

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HISTÓRIA DE BRASÍLIA Um novo hábito de Brasília é a visita, aos domingos, ao Palácio da Alvorada. Domingo passado, quatro mil pessoas estiveram em visita à residência presidencial. (Publicado em 09/08/1961) HISTÓRIA DE BRASÍLIA A única superquadra de Brasília que não tem bloco 3 é a 105, do IAPI. Em compensação é, ainda, a única superquadra com duas entradas pela W 1. (Publicado em 09/08/1961) HISTÓRIA DE BRASÍLIA A firma francesa encarregada da iluminação da Praça dos Três Poderes já entregou parte do material, não recebeu dinheiro, e está dependendo da importação do restante, que tem atrasado a inauguração da iluminação planejada. (Publicado em 09/08/1961) HISTÓRIA DE BRASÍLIA Nós havíamos cometido, aqui, uma injustiça. Quando falamos, na última vez, na Cadeia do dr. Pery, o cel. Jaime Santos já havia retirado os presos para o depósito definitivo, na GEB. (Publicado em 09/08/1961) HISTÓRIA DE BRASÍLIA A agência russa Tass divulga um telegrama no qual relata a conversa telefônica entre Kruchev e Titov. A certa altura, Kruchev pergunta quantas voltas deu o astronauta, e Titov responde: 17 e meia. Pelo visto, a Rússia teria que ocupar meia terra, porque ele saiu da Rússia e voltou para a Rússia. (Publicado em 09/08/1961) HISTÓRIA DE BRASÍLIA Os moradores dos blocos do IAPC na Asa Norte estão reclamando que nesta época de poeira, o Plano de Obras bem que podia concluir a pavimentação das avenidas fronteiriças aos últimos blocos. (Publicado em 09/08/1961) HISTÓRIA DE BRASÍLIA A agência do DCT do Gama é uma fábula. Até hoje a repartição não designou pessoal, e há, por isto, um único funcionário, que é o agente: Fábio Gobbi Loureiro. (Publicado em 10/08/1961)

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Hoje é dia de ouvir as ruas
                           
Reeleita com um pouco mais da metade dos votos válidos, num dos pleitos mais disputados dos últimos anos, Dilma Rousseff  segue acumulando recordes  negativos.  Nem bem iniciou seu segundo mandato, uma parte significativa da população já reverbera aos quatro cantos a palavra impeachment, esquecida há 22 anos.
Pelas mídias eletrônicas circulam, além dos chamamentos para hoje, na Esplanada,  abaixo-assinados pedindo a adesão para um possível processo de impugnação do  mandato. Há inclusive a sugestão para que a presidente simplesmente renuncie, pondo um ponto final na crise.  Acuada e sem o carisma de Lula ao lado até os  próprios companheiros de partido,  que não escondem em público, seu desencanto  com os rumos do atual governo.
A  presidente é hoje refém  do conjunto de políticas adotadas por sua  legenda nesses últimos anos e não há como desmontar ou voltar atrás no que foi feito. Não deram à ela a chance de governar pensando no país, e não no partido. Para piorar a situação, as manifestações que ocorrem por todo o país pelos chamados movimentos sociais  em defesa da  Petrobras e do governo, retratam abaixa adesão. São convidados como foram para a posse. Sem manifestação de vontade.       Para um governo que rola desenfreado  ladeira abaixo , a imagem do ex-presidente da estatal ,  Sérgio Gabrielle discursando em ato em defesa da Petrobras, soa como um escárnio para a população.
 Hoje é dia de grito do povo. Será ouvido?
 A frase que foi pronunciada:
 “Para um Estado, que quer ser respeitado no exterior, forte e inquebrantável no interior, não existe bem mais precioso e digno de defender e preservar do que o sentimento de justiça nacional.” 
Rudolf Von Ihering, 1818.
 Hoje
Horrorizado com a banalização da violência nas escolas o pedagogo Gonçalo Pires, do Grupo Saraiva, escreveu um artigo sobre a transformação em espetáculo na web de cenas ocorridas nas escolas públicas de todo o país. Entre 3 mil pessoas com mais de 16 anos, 89% afirmaram que há muita violência em escolas públicas. A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação.
 
De casa para a sociedade
Pela Internet é possível assistir centenas de imagens de jovens brigando. Meninos e meninas. A euforia dos espectadores é assustadora. Os likes nos vídeos significam apoio às imagens. Gonçalo Pires termina o artigo lembrando a função da família e da escola para o aprendizado da vida em sociedade. 

E agora?
Invadindo a privacidade dos clientes, a Vivo vende produtos da Super Nanny brasileira. Diz a mensagem que a operadora tem um assunto muito importante: Educação.
Suplício
Em Vicente Pires, na  rua 6  fica a oficina Simplício . Quando chove é tanta água  que o lugar já é chamado de rio da rua 6.
 Plantar
Professores da UnB receberam recomendação para não imprimir a ementa dos cursos. Contenção de gastos. Poderiam economizar também nas cópias de livros.
 Novidade
Food Trucks são a grande novidade na cidade. Com preços acessíveis e alimentos saborosos, a ideia da lanchonete de quatro rodas é cada vez mais prestigiado pela população da cidade. 
 Abordagem
Um prédio da  403 Sul  conta com dois seguranças armados. A violência era tão frequente os moradores precisaram agir para fazer valer o que seria obrigação do Estado. 
 Terracap
Cidade Digital com edital lançado em 14 de maio de 2013 seria instalada em uma área de 96 hectares perto da Granja do Torto contaria com 25 mil empregos diretos. 
 Como funcionará
A Lei Orgânica do DF prevê que a escolha dos administradores das Regiões Administrativas deve ser por participação popular. Dentre os três  mais votados pela população, um será escolhido pelo governador.