Ponto: numerais

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Ops! Ao escrever os números, usamos ponto a cada três algarismos – 1.426, 12.122, 3.342.600. Mas, ao indicar o ano, a história muda de enredo. Vem tudo coladinho. Assim: Ele nasceu em 1946. Trabalha em São Paulo desde 2000. Em 2014, o Brasil foi sede da Copa do Mundo. O ano de 20202 promete boas notícias.

Russo e ruço: emprego

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Russo, o originário da Rússia, forma compostos. Olho na grafia! Os adjetivos pátrios pedem hífen (russo-americano, russo-brasileiro, russo-germânico). Os demais compostos mandam o tracinho pras cucuias: russofobia (pavor de russo), russófilo (amigão dos russos).  Tá ruço Sem confusão, marinheiros de poucas viagens. Russo e ruço não se conhecem nem de elevador. Russo é o natural ou originário da Rússia. Ruço quer dizer pardacento, complicado: A […]

Sansão e sanção: diferença

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  Para tornar-se lei, o projeto de lei (PL) precisa da sanção (aprovação) do presidente. O presidente sanciona a lei. O contrário? É vetar. Se o Congresso quiser, derruba o veto. Sem confusão Misturar é proibido. Sanção, com ç, é aprovação. Sansão, com s, é o personagem bíblico. Ele mesmo — o par da Dalila. Lembra-se da história? Sansão concentrava todo o poder no cabelo. […]

Bahia com h: por quê?

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Por que Bahia se escreve com h bem no meio? A história vem de longe. Em tempos idos e vividos, o h indicava o hiato. Grafava-se bahia, sahida, pirahy. Sem o h, a leitura seria báia, sáida, pirái. Depois, o acento tomou o lugar do h. Mas o estado manteve a letra com a qual tinha sido batizado. Os donos do pedaço diziam que Bahia […]

S e z: paizinho e paisinho

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O diminutivo de pai? Olho vivo, filho apressado. Ele se forma com a ajuda do sufixo –inho. Para chegar a paizinho, pede a ajuda do z. A lanterninha do alfabeto funciona como ponte. Recebe, por isso, o nome de consoante de ligação. O aumentativo segue o mesmo caminho. Cola-se ao sufixo –ão graças ao socorro do z — paizão. Sem balbúrdia Muitos confundem paizinho com […]