Catequese se escreve com s. Catequizar com z. Por quê?

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Os professores repetem e repetem. O sufixo -isar não existe. Mal eles falam, a meninada se lembra de paralisar, analisar, pesquisar. As quatro letrinhas lá estão, firmes e fortes. Também se lembram de civilizar, organizar, catequizar & cia. Como explicar a aparente contradição? É simples. A chave da resposta se encontra no nome que dá origem ao verbo. Vale o exemplo de analisar. Ele é […]

Ó e oh!: quando usar

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O ó aparece no vocativo, quando a gente se dirige a alguém: Deus, ó Deus, onde estás que não me escutas? Até tu, ó Brutus, meu filho? Seu pai morreu? Morreu pra você, ó filho ingrato. O oh! é interjeição. Tem vez quando a gente fica de boca aberta de admiração ou espanto: Oh! Que linda voz! Oh! Que trapaceiro! Quem diria, hem? Oh! Que […]

Hora e ora: diferença

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Parecido não é igual. Na dúvida, lembre-se da tomada e do focinho de porco. Ambos são salientes e têm dois buracos. Mas um dá choque. O outro cheira. Confundi-los acarreta problemas. Na língua também há tomadas e focinhos de porco. Trata-se de palavras que, na aparência ou na pronúncia, são quase iguais. Mas uma não conhece a outra nem de elevador. É o caso de […]

Grafia: a família acima de tudo

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Com x ou ch? S ou z? As dúvidas são muitas. As respostas, escassas. Há poucas regras de grafia. A escrita correta do vocábulo é fruto muito mais de fixação da forma que de memorização de regras. Escrevemos hospital com h não por conhecer a etimologia da palavra ou por termos estudado norma especial. Mas por a vermos grafada dessa maneira. Por isso, quem lê […]