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Banco Mundial abre vaga de intercâmbio para servidores federais
Servidores públicos federais e empregados de empresas públicas federais podem se candidatar a uma vaga de intercâmbio profissional no Banco Mundial. A oportunidade é para especialista sênior em desenvolvimento digital, com atuação em Praia, capital de Cabo Verde, ou em Bissau, capital da Guiné-Bissau. O local será definido pelo organismo internacional.
As inscrições estão abertas até esta quinta-feira (5/11), por meio da plataforma SouGov, na aba “Currículo e Oportunidades”. O intercâmbio terá duração de 12 meses.
A seleção é resultado de uma parceria entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e o Banco Mundial. Esta é a segunda oportunidade de intercâmbio internacional divulgada pelo ministério em 2026. Em abril, o MGI abriu uma seleção para especialista em transformação digital na Costa do Marfim, com atuação em Abidjã.
Quem pode participar
A vaga exige mestrado ou formação superior em áreas como telecomunicações, engenharia, ciência da computação, direito, economia ou políticas públicas. Também é necessário comprovar pelo menos oito anos de experiência em economia digital, governo digital, infraestrutura pública digital, telecomunicações, tecnologias da informação e comunicação ou regulação desses setores.
O domínio avançado de inglês é obrigatório. Conhecimento funcional de francês é desejável. Os candidatos também precisam ter disponibilidade para residir em um dos países durante o período do intercâmbio e realizar viagens a outros países da África Ocidental.
Não podem participar servidores em estágio probatório, empregados públicos em período de experiência, agentes que respondam a processo administrativo disciplinar ou sindicância acusatória, além de outras restrições previstas no edital.
Como funciona o intercâmbio
Durante a missão, o profissional atuará no desenvolvimento de projetos e políticas relacionados a governo digital, inteligência artificial, conectividade, infraestrutura pública digital e regulação de telecomunicações. O trabalho será realizado na unidade do Banco Mundial voltada ao desenvolvimento digital na África Ocidental e Central.
O participante manterá o vínculo com o órgão ou entidade de origem e continuará recebendo a remuneração do cargo. O Banco Mundial poderá custear passagens, diárias e apoio financeiro para moradia. Já o órgão de origem deverá arcar com o seguro-saúde internacional.
A seleção terá duas etapas. Primeiro, o MGI fará a análise dos currículos e encaminhará uma lista tríplice ao Banco Mundial. A indicação não garante a vaga: caberá ao organismo internacional decidir quem será entrevistado e escolher o participante.
Ao fim dos 12 meses, o servidor ou empregado público deverá retornar ao Brasil e apresentar um relatório sobre as atividades desenvolvidas e os conhecimentos adquiridos.
O edital completo e os detalhes da seleção estão disponíveis na página de editais de desenvolvimento profissional do Portal do Servidor.


