2020. Crédito: HBO/Divulgação. Cultura. Cena da série Run da HBO.
Depois do sucesso de Fleabag, da Amazon Prime Vídeo, todo e qualquer trabalho que envolva Phoebe Waller-Brigde chama a atenção. Foi o nome dela que colocou Run, nova série da HBO, sob os holofotes. Ela é uma das criadoras, ao lado de Vicky Jones (Touch).
Run estreou no último dia 12 na HBO e acompanha Ruby (Merrit Wever) e Billy (Domhnall Gleeson), duas pessoas que seguiram caminhos completamente diferentes e se reencontram para cumprir um pacto do passado.
A história começa mostrando Ruby, uma mulher claramente infeliz com a vida surpreendida pela mensagem do amigo Billy que diz “run” (corra, em tradução livre). E ela responde com a mesma palavra, larga tudo, segue para o aeroporto e compra uma passagem para Nova York. A intenção é encontrar Billy para uma viagem de trem pela América, acordo feito pela dupla anos atrás na faculdade quando eles tinham um romance. A decisão de cumprir o compromisso feito no passado expõe que Billy passa por algum problema. E, ao mesmo tempo, deixa claro que Ruby também tem seus problemas.
Nos dois primeiros episódios, a série vai soltando aos poucos o passado e o presente dos personagens. Tudo isso é intencional, a ideia é fazer com que o espectador evite o julgamento de um ex-casal que se reúne para resolver questões inacabadas em um contexto de muita tensão sexual. Ao mesmo tempo, é uma forma de segurar a audiência tentando saber cada vez mais as entrelinhas dessas histórias.
Por ser uma obra de Phoebe Waller-Bridge é claro que o seriado não tem filtros. Pelo contrário se destaca por ser real, sem julgar os protagonistas, com um toque de humor inteligente e, como dito, exalando tensão sexual nas telas.
A velocidade dos episódios é outro ponto de destaque, que são curtos, com média de 20 minutos, o que faz com que o espectador nem perceba que o tempo já passou. Também vale destacar a escolha de encerrar cada episódio com um bom gancho para o próximo.
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