Crédito: Lifetime/Divulgação
A vida da cantora pop Britney Spears sempre esteve nos holofotes. Provavelmente aproveitando essa superexposição da artista surgiu a cinebiografia Britney para sempre (Britney ever after), que estreou este ano na televisão dos Estados Unidos e chega nesta quarta (12) ao Brasil com exibição às 22h no canal Lifetime.
É natural que a trajetória de um artista seja motivo de curiosidade e que de tempos em tempos se torne produto de documentários e filmes. Há ótimos exemplos de produções, como Amy (2015), de Asif Kapadia, e What happened, Miss Simone? (2015), de Liz Garbus. Mas Britney para sempre não se encaixa nessa categoria.
Veredito: Ruim
O longa-metragem de Leslie Libman é uma produção que Britney Spears não merecia de jeito nenhum, independentemente se você gosta ou não da artista pop. Prometendo contar a trajetória turbulenta da princesinha do pop que saiu de Louisiana para ganhar o mundo, o filme (que é uma ficção e não um documentário) apresenta uma protagonista boba e rodeada de homens abusivos — até Justin Timberlake ganhou ares de pior namorado da face da Terra.
Dá até para entender que essa foi uma intenção do roteiro de tentar criar uma história instigante, mas não funciona. A Britney interpretada por Natasha Bassett não convence e ao assistir a produção o que vem a cabeça é: “Isso aconteceu mesmo?”. Mas não dá para confiar de jeito nenhum nesse filme, até porque a cinebiografia não foi autorizada por Britney — e se eu fosse ela, e até Justin Timberlake, estava brigando na justiça para que isso não fosse ao ar.
Já não bastasse a falta de credibilidade — o filme dá a entender que Timberlake e Britney tiveram uma sextape vazada e sequer existe informação sobre isso –, o ritmo de Britney para sempre é confuso. O longa de Leslie Libman tem cortes bruscos e vai e volta no tempo de uma forma que deixa o espectador perdido. Mesmo se a curiosidade bater, fuja de Britney para sempre.
Assista ao trailer do telefilme
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