A ciência de fazer rir em ‘Voluntários’, com Rafael Cortez

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Misturando experimentos e humor, o comediante Rafael Cortez apresenta o programa Voluntários: Tudo pela ciência, nova série do National Geographic, na Disney

Por Isabela Berrogain*

Procurando responder algumas das perguntas mais comuns da vida cotidiana por meio de experiências divertidas, Voluntários: Tudo pela ciência, nova série do National Geographic Original Productions, chegou à Disney no início de janeiro. Apresentado pelo humorista Rafael Cortez, o seriado busca estimular a curiosidade, incentivar a exploração e despertar o interesse pela ciência a partir de uma perspectiva divertida.

Na produção, Cortez conduz o público em uma aventura que tem como objetivo examinar as teorias científicas por trás de perguntas do cotidiano e comprová-las de forma divertida: testando-as no próprio corpo humano. Para isso, a série conta com a participação de uma equipe de voluntários que, em nome da ciência e com humor como ferramenta, sujeitam-se a experimentos para descobrir o motivo de alguns sons incomodarem mais que outros ou quanto frio um ser humano pode suportar.

A atração marca a terceira parceria entre Disney e Cortez, que foi dublador dos filmes Detona Ralph e WiFi Ralph: Quebrando a internet. “Qualquer convite que a Disney me fizer eu, muito possivelmente, vou aceitar. A Disney tem esse quesito a favor dela”, afirma o humorista. “Por mais que o processo de realização do produto possa ser suado, na hora que você vê a produção finalizada você pensa: ‘Que bom que eu aceitei isso, que incrível'”, comenta.

Além do privilégio de trabalhar com a companhia, Voluntários foi um dos projetos mais especiais da carreira do humorista. Cortez afirma que a atração foi o programa mais hilário que já apresentou até então. “Depois do CQC, o Voluntários foi o primeiro programa que eu voltava para casa e falava: ‘Eu dei muita risada hoje’. Eu nunca tinha vivido algo parecido, de me divertir no set. O ambiente era maravilhoso, então, de fato, foi um projeto em que eu me diverti muito”, relembra o comediante.

A atração, originalmente argentina, é dirigida por Pablo Romero e teve estreia simultânea com o país de origem e com o México. “Eu trabalhei por seis anos com argentinos no CQC, então, quando soube que a direção era de um argentino, fiquei muito feliz. Eu pensei: ‘É certeza que isso será bom’. Eu acho que, na televisão, os argentinos sabem mais que os brasileiros”, opina.

“Eu gostei muito do fato de que eu pude me apropriar do roteiro do programa e jogar umas cerejinhas do bolo que são nossas, do povo brasileiro. E ainda mais: jogar umas cerejinhas do bolo que são minhas”, comemora.

* Estagiária sob a supervisão de Sibele Negromonte

Vinícius Nader

Boas histórias são a paixão de qualquer jornalista. As bem desenvolvidas conquistam, seja em novelas, seja na vida real. Os programas de auditório também são um fraco. Tem uma queda por Malhação, adorou Por amor e sabe quem matou Odete Roitman.

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