Crédito: Liana Sabo/CB/DA.Press. Brasil. Brasília - DF. Favas Contadas. Prato de Filetto Compleanno do restaurante Villa Tevere.
A mais antiga associação de restaurantes brasileiros é a do Prato da Boa Lembrança. Inspirada na matriz italiana, a ideia foi trazida por um mestre na área de enogastronomia. Danio Braga fundou não só o clube gastrô, como também a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS). “No Brasil, não existia ainda o hábito de viajar pelo mundo da boa mesa, em busca de iguarias que marcassem os momentos especiais com agradáveis lembranças”, justifica Danio, que tomou emprestado o modelo da Associazione Collezionisti Piatti del Buon Ricordo.
Nele, o cliente, depois de comer bem e pagar a conta, leva para casa um prato de cerâmica alusivo à receita como lembrança da experiência. O suvenir virou objeto de desejo por parte dos colecionadores, que chegam a trocar entre si quando têm pratos repetidos. As trocas ocorrem mediante o site www.boalembrança.com.br.
Entre os requisitos para ingressar na associação, os principais são que o restaurante tenha, no mínimo, três anos de atuação e que o chef ou o proprietário esteja presente na rotina do estabelecimento. Aspectos de higiene, qualidade e serviço também são notados.
Em Brasília, a associação está, desde o ano passado, sob a batuta do chef e proprietário do Villa Tevere, Flávio Leste, em substituição a Rodrigo Freire, do Oliver, que pediu afastamento. Há sete anos, o Villa Tevere integra o clube e, este ano, o prato 2019 se chama filetto compleanno, que faz alusão aos 20 anos da casa de culinária italiana, fundada por Suzana Leste. Trata-se de um medalhão de filé-mignon e demi-glace reduzida com fatia de brie, chutney de tangerina e uísque maçaricado com contorno de risoto de arroz negro finalizado com grana padano e nata. O prato, que ficou delicioso, sai por R$ 116.
“Nos últimos três anos, tenho usado filé-mignon no prato da boa lembrança que agrada a todo o mundo”, explica o chef. Embora o ranking não seja competitivo, a performance na venda do prato para o restaurante é importante, salienta Flávio Leste, para quem “alguns ingredientes são restritivos, como peixe defumado, por exemplo”.
O ponto alto da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança é o congresso nacional, que reúne todos os participantes e, em setembro próximo, celebrará o jubileu de prata em Florianópolis, onde terá como anfitrião da categoria o Ostradamus, especializado em ostras e frutos do mar. O encontro será dirigido por uma dobradinha feminina, que tem na presidência Beth Beltrão, chef do Virada’s do Largo, em Tiradentes, e na vice, Angela Sicilia, chef do Meu Bistrô, em Belém.
Apenas três marcas brasilienses fazem parte da ARBL: Dom Francisco da 402 Sul, Universal e Villa Tevere, cujo chef é o novo diretor da Regional Centro-Oeste — que engloba ainda Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O mais próximo de Brasília é o restaurante Montserrat, em Pirenópolis, do chef Juan Pratginestós. Ele lança, no fim do mês, o prato de bacalhau defumado a frio em lascas de aroeira sobre molho espanhol de tomate com caldo de carne, batata doce cozida depois frita por R$ 120.
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