Ninguém se surpreende mais com o progresso gastronômico de Águas Claras. Nova fronteira da capital, a cada mês abre um restaurante. Já é praxe as grifes de Brasília expandirem seus domínios para a mais jovem cidade do quadrado, como fez, há uma semana, o Coco Bambu ao instalar loja no Complexo DF Century Plaza, num espaço que tem capacidade para 560 lugares.
“Uma região que está em franco crescimento, que faz fronteira com Taguatinga e Vicente Pires, com uma alta densidade demográfica e com uma excelente renda per capita, é sem dúvida um bom lugar para o lançamento da terceira unidade da marca no DF”, afirma o sócio-proprietário Beto Pinheiro. O Coco Bambu veio se somar a outros empreendimentos, como Armazém do Ferreira, Libanus, Brigadeirando, Paneteria D’Oliva, Madero, Dudu Camargo que abriu Simples Assim, Outback (virá em breve), e o complexo de Lidia Nasser, que passa hoje a explorar sabores exóticos.
Chama-se MaYuu Sushi a terceira incursão da chef-restauratrice, que fica “cada vez menos na cozinha e mais na administração”. E brinca: “Em nenhum lugar do mundo, Líbano, Itália e Japão estão tão perto, só aqui”. Ela até colocou plaquinhas de sinalização no imenso espaço subdividido em três culinárias distintas: a do Empório Árabe, a da Dolce Far Niente e agora a japonesa.
Dois sushimen
“Águas Claras se ressentia não só de uma opção moderna e sofisticada da culinária japonesa, mas também da tradicional”, justifica Lidia que teve a sorte de encontrar não apenas um, mas dois experientes sushimen. Massanori Nishimoto, de 29 anos é sansei e viveu no Japão desde os 7 anos de idade.
Começou a trabalhar aos 16 na Toyota, entre Tóquio e Osaka, e, depois de 11 horas na fábrica, enfrentava uma jornada de mais cinco horas fazendo bico em um fast-food. Formado por uma academia de sushi, conheceu pela internet uma brasileira com quem casou e veio morar em Luziânia. É o responsável pelo menu tradicional.
O brasiliense Leonardo Bezerra, de 31 anos, trocou a área de fotografia e informática pelo trabalho na cozinha nipônica, desde o Kimura, em Vicente Pires até o Soho, no Pontão, passando pelo Nirá e Mormaii. Ele se encarregará das opções contemporâneas, como a do sushi brasileiro conforme se refere.
Vida longa
Os dois elaboraram um menu irrepreensível a partir de dois ingredientes muito simples que formam a base da cozinha japonesa: o arroz e o peixe. Há quem creia que nisto reside o segredo da longevidade e da saúde do povo.
Além de rodízio servido de segunda a quinta, no jantar, e sábado e domingo, no almoço, por R$ 82,90 por pessoa, o cardápio a la carte é bastante variado e oferece diferentes e bem elaboradas opções de entradas, preparos frios e quentes.
Destaque para os especiais do chef, que em japonês se diz itamae. Como Ebi Lotus, tempurá de camarão envolvido com salmão maçaricado ao molho arrabiata, azeite de ervas e ovas de massagô com cream cheese (R$ 35,90) e Alquimia, salmão recheado com babata doce e um segredo do chef por R$ 39,90, oito unidades.
Outra delícia são tentáculos de polvo marinados em molho especial, com haddock e essência de curaçau, por isso chamado MaYuu Blue. Aliás, o nome da casa MaYuu significa gostoso e foi uma expressão que se popularizou no Japão quando passou a ser repetida por um conhecido humorista. Fica no Edifício Vila Mall, na Avenida das Castanheiras 1060. Telefone: 3382-0927.
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