A língua poética de Valter Hugo Mãe

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O igarapé educa para atenção, nome é uma palavra habitada, nossa língua é nosso comportamento e o tempo é uma mentira que impede de viver. Quando Valter Hugo Mãe toma a dianteira da língua portuguesa, o leitor pode sentar e se maravilhar com algumas das mais belas frases da literatura contemporânea. Como um Manoel de Barros português, ou um José Saramago brasileiro, Hugo Mãe, que nasceu em Angola, cresceu em Portugal e tem um afeto declarado pelo Brasil, consegue transformar a leitura em uma emoção só. Coloque nisso uma história brasileira, violenta como foi a colonização, trágica como foi a matança dos índios e a escravização dos africanos, e fica difícil não querer derramar uma lágrima aqui e outra ali. 

Filha da diáspora: uma vida entre Portugal e Angola

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Vitória é uma personagem curiosa. Quer saber o que houve com sua mãe, uma guerrilheira angolana que deixou a filha aos cuidados do avô para lutar pela independência de Angola nos anos 1970. Quando a guerra se instala, a família carrega Vitória para Portugal, onde ela vive uma vida a meio caminho de duas culturas, na pele e nas tradições.