Lucas Paquetá pode ajudar o Milan a retornar à Champions League após 10 anos. Foto: Marco Bertorello/AFP
O Milan não disputa a fase de grupos da Uefa Champions League desde a temporada 2013/2014, quando foi eliminado pelo Atlético de Madrid nas oitavas de final. É muito tempo. Trata-se do segundo maior colecionador de títulos do principal torneio de clubes do mundo. O time italiano tem sete taças, seis atrás do recordista Real Madrid.
A trupe de Gennaro Gattuso está a caminho de encerrar a abstinência de cinco temporadas. Ocupa o terceiro lugar no Campeonato Italiano com 48 pontos. Em tese, a briga pelas últimas duas vagas é com a arquirrival Internazionale, quarta colocada com 47; e com a Roma (44). Torino, Atalanta e Lazio correm por fora. Todos têm 41.
Voltar a disputar a Liga dos Campeões seria um feito e tanto para o recém-chegado Lucas Paquetá. O meia-atacante participaria do “milagre” com apenas seis meses vestindo a camisa do clube. Ao colaborar com a ressurreição de uma camisa pesada do futebol mundial, Iria para a maior vitrine da Europa na edição 2019/2020 da competição.
Lucas Paquetá tem atuado aberto na esquerda no sistema tático 4-3-3 de Gattuso. Bakayoko centralizado, Kessié na direita e o brasileiro na canhota. atrás do trio de ataque formado por Suso, Piatek e Çalhanoglu. Em tão pouco tempo, Paquetá deu assistência para um gol de Piatek na Copa Itália e no Campeonato Italiano. Marcou na goleada por 3 x 0 sobre o Cagliari e entrou até para o time da semana do Calcio.
Disputar a Liga dos Campeões na próxima temporada pode ser uma boa para o Milan e para Paquetá. A possibilidade de ambos darem um salto. Com o versátil meia mais exposto, o clube italiano pode ter a oportunidade de faturar alto com ele tecnicamente e financeiramente. Na melhor das hipóteses, o time rossonero dificilmente teria cacife para segurar o jovem de 21 anos. Acrescente-se a isso o desempenho que Paquetá terá na Copa América com a camisa da Seleção Brasileira.
O Milan não conquista um título relevante desde a temporada 2010/2011, quando Robinho e Alexandre Pato ainda jogavam por lá ao lado do astro do time — o sueco Ibrahimovic. Depois disso, faturou apenas a Supercopa da Itália, em 2016. Alcançar a líder Juventus na Serie A é praticamente impossível. O título simbólico do Milan é retornar à Champions League. Pé-quente, Lucas Paquetá está lá para fazer parte disso.
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