Além da taça, os finalistas podem disputar prêmio de R$ 1 milhão em 2023. Foto: Pedro Brandão/Candangão
Inspirado na tradicional Corrida do Milhão da Stock Car, o Campeonato do Distrito Federal pode ter uma atração semelhante na nova temporada. Encaminhada, a renovação do contrato de naming rights do do Candangão deve ter uma final empoderada no quesito premiação. O blog apurou que, além do troféu Rei Pelé, o plano é oferecer recompensa de R$ 1 milhão ao campeão. Coincidentemente, o patrocinador dos dois eventos é o mesmo.
O repasse seria o dobro do valor paga na decisão do torneio anterior. Atual bicampeão, o Brasiliense ganhou R$ 500 mil pelo título de 2022. Vice pela segunda edição seguida, o Ceilândia teve direito a R$ 250 mil; o Capital, terceiro, a R$ 150 mil; e Gama, quarto, a R$ 100 mil.
O Banco de Brasília (BRB) virou o ano inclinado a renovar o contrato. A Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e os 10 clubes participantes devem receber da instituição financeira estatal no mínimo o mesmo investimento da temporada passada — R$ 2,8 milhões — pelo direito ao nome da competição, placas de publicidade e visibilidade nos uniformes dos times que aderirem ao modelo de patrocínio. Há possibilidade em estudo de aumento do montante.
Um dos trunfos da FFDF para a iminente renovação e o possível incremento na receita foi a prestação de contas célere do valor aplicado em 2022. Do total, 1,5 milhão passou pela entidade referente ao naming rights, publicidade e entrega de premiação na decisão da competição.
Há possibilidade de alguns ajustes para a próxima edição. Um deles é a renovação do contrato por três anos, ou seja, para o triênio 2023, 2024 e 2025. O BRB ainda analisa essa alternativa.
O BRB não é o único banco estatal a investir no futebol. No ano passado, o blog teve acesso ao acordo firmado pelo Banpará com os 12 times da elite do futebol paraense. Por determinação do governador Helder Barbalho, houve investimento de R$ 8,3 milhões. Do montante, R$ 5.193.500 foram repassados aos clubes pela instituição financeira estatal.
O Parazão também rendeu cotas de tevê via Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa). Houve, ainda, destinação de R$ 3 milhões para base, futebol feminino, ligas e futebol amador. Remo e Paysandu também tiveram patrocínio à parte para a série C do Brasileirão e negociaram naming rights com o banco para que suas arenas sejam chamadas, respectivamente, de Banpará Baenão e Banpará Curuzu. Uma estratégia ousada de turbinar os clubes do estado.
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