Ricardo Goulart faturou três prêmios individuais e sete títulos sob a batuta de Felipão. Foto: AFC
A grande sacada da contratação por empréstimo de Ricardo Goulart pelo Palmeiras é a sintonia do meia-atacante de 27 anos com o técnico Luiz Felipe Scolari. Vai muito além do fato de ambos terem trabalhado juntos da China, de 2015 a 2017, e de terem empilhado títulos no Guangzhou Evergande. Felipão ajudou Goulart a ser eleito o melhor jogador ao menos três vezes e vice-versa.
A parceria entre Luis Felipe Scolari e Ricardo Goulart na China começou em 2015. O Guangzhou Evergande conquistou o título da Superliga com dois pontos à frente do Shangai SIPG. Felipão foi eleito MVP, o melhor treinador da competição. Goulart desbancou o artilheiro Aloísio “Boi Bandido”, do Shandong Luneng, e arrematou o prêmio de jogador mais valioso do campeonato. Vice-artilheiro, balançou a rede 19 vezes e em 27 jogos deu 15 assistências.
Na mesma temporada, o Guagzhou Evergande ganhou pela primeira vez a Champions League da Ásia. Ricardo Goulart foi o goleador da competição continental com oito gols — seis na fase de grupos e dois no mata-mata. O suficiente para ele ser eleito o número 1 do torneio. Consequentemente, Felipão faturou a estatueta de melhor treinador ao bater o Al-Ahli, dos Emirados Árabes Unidos.
Sob a batuta de Luiz Felipe Scolari, Ricardo Goulart marcou 19 gols na Superliga da China em 2016 e novamente conquistou o MVP da competição. O técnico também conquistou o prêmio pelo segundo ano seguido, numa nova demonstração do sucesso da parceria.
Ricardo Goulart marcou 70 gols e deu 36 assistências em 111 jogos nos três anos em que defendeu o Guangzhou Evergrand. Colecionou sete títulos: três da Superliga, como é chamado o Campeonato Chinês; um Champions League da Ásia, uma Copa da China e duas edições da Supercopa da China.
O passado vitorioso da dupla Luiz Felipe Scolari-Ricardo Goulart na China sinaliza um futuro promissor no reencontro da dupla no Palmeiras. A sintonia é o primeiro passo para o sucesso na prioridade alviverde em 2019, ou seja, a conquista da Libertadores, e a classificação para o Mundial de Clubes da Fifa. Felipão e Goulart disputaram o torneio pela última vez em 2015. O Guangzhou foi eliminado pelo Barcelona por 3 x 0 nas semifinais e perdeu a decisão do terceiro lugar para o Sanfrecce Hiroshima, do Japão.
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