Anthoni brilhou na estreia como profissional em um jogo de LIbertadores. Foto: Ricardo Duarte/Inter
Se o Internacional volta a Porto Alegre celebrando empates contra o Flamengo, no Rio, pelo Brasileirão, e o Bahia, em Salvador, pela Libertadores, boa parte do bicho deve ser creditada na conta dos goleiros. Rochet e Anthoni foram fundamentais nos resultados iguais: 1 x 1.
Rochet travou duelo à parte com Juninho no Maracanã. Saiu lesionado no intervalo e deixou a meta nas mãos de Anthoni. O reserva sofreu dois gols, mas protegeu as traves com autoridade na etapa final contra o Flamengo e na partida inteira diante do Bahia, em Salvador. Não houve culpa no gol de Léo Pereira, no Rio, nem de Jean Lucas, em Salvador.
Anthoni não podia fazer nada no gol de Jean Lucas. Por sinal, o versátil volante virou talismã de Rogério Ceni. Balançou a rede contra o Boston River e marcou novamente diante do Internacional. A trama tricolor pela esquerda iniciada por Erick Pulga é belíssima até a assistência de Léo Juba para a finalização. Anthoni fez pelo menos seis intervenções. Duas dentro da área. Detalhe: foi a primeira partida dele como profissional em um jogo de Libertadores. Que frieza!
Do outro lado, Rogério Ceni pagou pela escolha. Um dos maiores goleiros-artilheiros do mundo, o técnico prefere Ronaldo a Marcos Felipe e Danilo Fernandes por causa de um argumento forte: a habilidade do titular para contribuir com a dinâmica tática do time usando os pés.
Em contrapartida, Ronaldo falha no lance do gol de empate do Internacional. A defensa no chute cruzado é difícil, sim, mas ele rebate a bola nos pés do excelente Enner Valencia. Custou caro. Em ótima fase, e pedindo passagem para tomar o lugar de Rafael Borré no ataque, Valencia estufou a rede e salvou o Internacional da derrota na primeira partida na Libertadores.
Ronaldo quase comprometeu. Mesmo seguro com os pés na ótica de Rogério Ceni, errou uma saída de bola e se recuperou a tempo de evitar uma lambança. Acumulou quatro intervenções, porém fica marcado na partida por espalmar a bola no lance decisivo do gol de Valencia.
O Internacional não repetiu a boa exibição contra o Flamengo. Era improvável manter a mesma intensidade, principalmente porque o Bahia dominou a partida do início ao fim. Sufocou o adversário e só cedeu o empate devido ao vacilo de Ronaldo.
O cinturão na frente do goleiro Anthoni ajudou o time colorado a resistir. Aguirre, Vitão, Fernando, Juninho e Bernabei se desdobraram blindados também pelos recuos de Bruno Henrique quando o Inter era agredido. ‘Ótimo duelo entre Ceni e Roger no campo das ideias decidido por erros e acertos dos goleiros.
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