Bruno Lima
Após objeção de alguns deputados distritais, a CPI dos Transportes decidiu suspender a sessão que votaria o relatório do deputado Raimundo Ribeiro (PPS), marcada para a manhã desta segunda-feira (25). O parecer de 219 páginas recomenda que o resultado das investigações seja encaminhado aos órgãos de controle, como o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o Tribunal de Contas do DF e a Polícia Civil para os indiciamentos e denúncias cabíveis aos responsáveis.
Os deputados Ricardo Vale (PT) e Julio Cesar Ribeiro (PRB) questionaram a possibilidade de o texto ser votado hoje, uma vez que o prazo de permanência da Comissão terminou ontem, domingo. No entanto, na última semana, os deputados aprovaram a prorrogação dos trabalhos por mais 30 dias. O colegiado voltará a se reunir às 14h para tentar entrar em consenso.
No texto aparecem nomes que até então não haviam sido denunciados pelo MPDFT. “Foram, agora, apresentadas novas pessoas, tais como os empresários das cinco empresas e outros servidores públicos por improbidade administrativa como o caso do Raimundo Lúcio Lima (ex-diretor técnico do DFTrans) e do ex-diretor do DFTrans, o Campanella”, resumiu o presidente da CPI, deputado Bispo Renato (PR).
De acordo com o relatório, Lima e Campanella são apontados como responsáveis por “definir o critério de remuneração ilegal fixado para remuneração da viação Pioneira durante a operação branca do BRT”. O parecer também pede que o Executivo local anule os contratos realizados com as empresas de ônibus e que o GDF devolva aos cofres públicos o dinheiro repassado às empresas.
Por quase um ano, a CPI do Transporte investigou irregularidades na licitação de R$ 7,8 bilhões, de 2011, responsável pela renovação da frota de ônibus do DF. Foram colhidos mais de 30 depoimentos.
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