Crédito: Reprodução do Facebook
As eleições regionais do PSol no Distrito Federal, realizadas neste domingo (8/11), devem parar na Justiça. O grupo liderado por Toninho e Maninha batalha pela liderança no DF com uma representação de jovens, como a presidente regional da sigla, Juliana Selbach, e o candidato derrotado a deputado distrital Fábio Félix.
Isso porque as duas partes têm entendimento diferente da natureza do Congresso. Toninho se retirou do local e afirmou que a eleição, com a bênção da executiva nacional, já havia optado por ele na presidência. “O outro grupo faz uma reunião clandestina, uma tentativa de golpe”, acusou. Para Fábio Félix, candidato ao comando da sigla, “Toninho e Maninha deixaram um Congresso organizado pelo diretório regional e realizado na legalidade”.
Mas a briga do DF é apenas um recorte: o cenário nacional é de disputa por delegados em todas as zonais. Dois grupos — um conhecido como “unidade socialista”, apoiado por Toninho, pelo presidente nacional do Psol, Luiz Araújo, e pelo deputado federal Ivan Valente, e outro denominado “bloco de esquerda”, de Félix, Selbach, dos deputados federais Jean Wyllys e Chico Alencar e da última candidata a presidente da República pela sigla, Luciana Genro, disputam a hegemonia no partido em todo o país.
Segunda edição
Integrantes do PSol-DF afirmam que o pleito ocorrido neste domingo só existe porque houve impugnação da plenária realizada em agosto. Na ocasião, um erro na ata registrou que a eleição durou apenas 25 minutos após o término das inscrições — de acordo com o estatuto, o tempo mínimo necessário é meia hora.
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