Crédito: Isa Stacciarini/CB/D.A Press
Há 25 anos no Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, o promotor de Justiça Maurício Miranda já tocou processos rumorosos, como o julgamento dos jovens que atearam fogo no índio Galdino Jesus dos Santos e dos executores do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, da mulher dele, Maria Villela, e de uma funcionária da casa, Francisca Nascimento da Silva.
Mas nada foi considerado tão forte como a suspeita da existência de uma máfia, formada por médicos, de órteses e próteses no DF. “Já vi tantos homicídios, mas se falar em termos de perversidade esse caso da máfia das órteses e próteses é exemplar porque estamos falando de médicos e profissionais que se propõem a fazer isso”, disse o promotor. E acrescentou: “Fico na dúvida quem é o pior se é o homicida ou o cidadão com nível superior matando uma pessoa para ganhar dinheiro”.
O coordenador da Operação Mister Hyde foi o entrevistado de hoje (11/10) do programa CB.Poder, que foi ao ar às 13h30, na TV Brasília.
Veja a íntegra da entrevista:
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