O ex-diretor geral do DFTrans Marco Antônio Campanella chegou por volta das 9h10 na Câmara Legislativa. O depoimento dele é um dos mais esperados pelos distritais que compõem a CPI.
Durante a sessão desta quinta-feira (8/10), serão votadas as presenças de três pessoas: Wagner Colombini, diretor da Logit Consultoria, uma das empresas responsáveis pela elaboração do edital da licitação que renovou a frota de ônibus do DF; Vitor Foresti, dono da Viação Cidade Brasília; e Guilherme Gonçalves, ex-sócio de Sacha Reck, advogado pivô das investigações.
Os três foram citados durante o depoimento de Sacha. O primeiro por ser representante da Logit, empresa responsável pela elaboração da parte técnica do edital – segundo Sacha, teriam desenvolvido o memorial de cálculos da tarifa técnica. Foresti teria ligado para o advogado após supostamente ter sido eliminado do certame, além de ser noivo de Cristiane Constantino, dona da Viação Pioneira e filha de Nenê Constantino. Gonçalves teria trabalhado junto a Sacha – ele em Curitiba e Sacha em Brasília.
O depoimento de Campanella deveria ter ocorrido em 10 de setembro, mas ele apresentou atestado médico e não compareceu. O presidente licenciado do PPL era o diretor geral do DFTrans durante parte do governo de Agnelo Queiroz (PT). A autarquia ficou de fora da fase decisiva do polêmico certame. Terá, agora, o tempo para dar sua versão dos fatos.
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