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Por SAMANTA SALLUM
Antes mesmo de estourar o escândalo das operações fraudulentas entre o Master e o BRB, o Governo do Distrito Federal já pensava em criar um fundo de investimento com a dívida ativa. Em 2024 foi assinado contrato com o BTG para que fosse o gestor. O contrato estava adormecido, não tinha avançado na execução. Mas o GDF, por meio da secretaria de Economia, diante da necessidade de ajuda financeira, o BRB desengavetou a ideia e ofereceu no mercado financeiro a parceria.
O BTG que, num primeiro momento, não parecia empolgado em levar adiante, teve o interesse novamente despertado quando percebeu a movimentação receptiva da ideia em outras instituições financeiras.
Empresas e contribuintes devem cerca de R$ 52 bilhões aos cofres públicos locais. Em vez de esperar ou cobrar essas dívidas, o governo pode transferir esses direitos para um fundo de investimentos e receber o dinheiro logo — com um desconto.
Para a Secretaria de Exonomia do DF, a criação do Fundo da Dívida Ativa é o melhor caminho para reforçar o caixa do BRB. Uma forma do acionista controlador, o GDF, captar recursos e aportar no banco. O Governo tem até final de maio para apresentar ao Banco Central as condições garantidas de capitalização do BRB.
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