Cappelli vai renunciar à presidência da ABDI pela disputa ao GDF

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Por SAMANTA SALLUM

O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Ricardo Cappelli, decidiu que vai renunciar ao cargo em abril para se dedicar exclusivamente à campanha eleitoral. “Não vou me licenciar, nem me desincompatibilizar. Vou renunciar mesmo, para não haver risco algum de questionamentos depois”, frisou.

Ele, que será o candidato do PSB ao Governo do Distrito Federal, comemorou, no domingo, o aniversário de 54 anos em ritmo de folia, no Brazolia. E, no esquenta para a campanha, reuniu representantes de diversos campos políticos.

Uma outra pré-candidata ao Palácio do Buriti, a deputada distrital Paula Belmonte (PSDB), prestigiou o evento acompanhada do marido Luiz Felipe Belmonte. O ex-senador Reguffe (Solidariedade), que deve disputar o Senado, mas ainda em  chapa indefinida, marcou presença além de diversos parlamentares. Entre eles, petistas como Eika Kokay (foto) e Gabriel Magno.

O deputado distrital Max Maciel do PSOL e a ex-reitora da UnB Márcia Abraão, pré-candidata a deputada federal pelo PT, também passaram na folia de Cappelli.

O ex-governador do DF Rodrigo Rollemberg cumprimentou o colega de PSB como “futuro governador.” A senadora Leila do Vôlei, presidente regional do PDT, também foi convidada para a comemoração. Só não compareceu por estar em viagem.

Nos bastidores, há uma tentativa de construção de uma frente ampla em oposição à chapa Celina Leão/Ibaneis Rocha (atual governador que vai disputar o Senado). No entanto, todos os campos parecem divididos no momento.

No campo de esquerda, o PT regional apresentou a candidatura de Leandro Grass ao governo. Ele não decidiu se vai renunciar à presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou se vai apenas se licenciar do cargo para a campanha.

Cappelli assumiu a ABDI por indicação do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB), com as bençãos do presidente Lula (PT). Cappelli antes era secretário Executivo do Ministério da Justiça na gestão de Flávio Dino, agora ministro do STF. A ligação de Cappelli com a politica local ficou mais forte quando desempenhou a função de interventor federal na Segurança Pública do Distrito Federal, após os conflitos do 8 de janeiro de 2023 na Praça dos Três Poderes.

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