Por Samanta Sallum
Considerado por representantes do setor produtivo, pelo GDF e pela Câmara Legislativa como a pauta principal de 2025, o PDOT pode viabilizar até 26 novas áreas de regularização no Distrito Federal. E também apontará as frentes de desenvolvimento econômico sustentável da capital federal. Para tratar do tema, o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, explicou a diretoria da federação receberam, ontem, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal, Marcelo Vaz. E também os desdobramentos da revisão da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos).
O encontro contou também com a presença da subsecretária de Políticas e Planejamento Urbano, Juliana Coelho, e reforçou a participação do setor produtivo nas decisões que definirão o futuro urbano da capital.
Audiências publicas
Marcelo Vaz convidou todos para participar das audiências públicas que ocorrerão em abril — nos dias 5, no Colégio Elefante Branco, e 26, na Câmara Legislativa. Segundo o secretário, a ideia é que os empresários apontem nesta fase as regiões que precisam receber mais investimento do GDF, com a utilização de instrumentos para desenvolvimento econômico. E a criação de áreas habitacionais vão demandar a instalação do comércio para suprir as regiões.
“Estamos atentos a todos os temas que impactam o comércio e a qualidade de vida da população. Assim como atuamos nas discussões da Luos e do PPCUB, estaremos presentes na revisão do PDOT, defendendo os interesses dos empresários e dos cidadãos, que merecem melhor infraestrutura e a aplicação eficiente dos recursos públicos”, afirmou o presidente da Fecomércio/DF, José Aparecido Freire.
Diagnóstico por região
Durante o encontro, Marcelo Vaz também apresentou um panorama da revisão da Luos, aprovada em 2019. Segundo ele, embora a lei tenha garantido maior segurança jurídica ao estabelecer critérios claros de ocupação, o momento agora é de aprofundar a análise das necessidades específicas de cada cidade do DF.
Planos de intervenção urbana em execução
“Sabemos que há demandas para mudanças de uso, ampliação do potencial construtivo e revalorização de áreas comerciais degradadas. Muitas cidades não têm sequer calçadas adequadas, o que dificulta o acesso da população ao comércio local. É justamente isso que estamos trabalhando com os planos de intervenção urbana”, destacou Vaz.
Cerca de 800 entidades do setor industrial fazem manifesto, alertando congressistas sobre o custo na…
Por SAMANTA SALLUM Em meio ao pregão da Bolsa de Valores de São Paulo, chegou…
Mais de 100 mil empresas serão atingidas. Secretário de Economia do DF, Valdivino de Oliveira,…
Sindicatos empresariais se rebelam com comando nacional e pretendem criar nova entidade representativa. Crise do…
A abertura oficial das comemorações será na quinta-feira, na 109 Sul, a partir das 19h,…
As taxas cobradas pelas plataformas de delivery podem chegar a 30% do faturamento dos estabelecimentos.…