Por Samanta Sallum
Para passar à frente de outras três CPIs, a que pretende investigar e encontrar responsáveis pela crise na saúde pública do DF precisa ter 13 assinaturas na Câmara Legislativa. Até agora, tem oito. Na frente estão a CPI sobre fraudes na arrecadação de ICMS (proposta por Robério Negreiros, do PSD); a da poluição no Rio Melchior (autoria de Paula Belmonte, do Cidadania) e a da Violência contra Mulher (apresentada pelo deputado Pastor Daniel de Castro, do PP).
O presidente da Câmara, deputado Wellington Luiz (MDB), avalia que uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde não seria o instrumento mais eficaz, no momento, para buscar soluções para o setor.
“Não podemos negar que há um problema sério na saúde pública. Mas acho que a CPI não trará a curto prazo resultado. Precisamos de medidas de impacto imediato, e uma CPI demora seis meses. Acho legítimo que a oposição tenha apresentado o requerimento, mas temos de avaliar bem o objetivo de uma CPI”, disse o distrital à coluna.
Cresce pelo 6º mês consecutivo o número de famílias com o problema no país. Nem…
Por SAMANTA SALLUM O processo de empréstimo para capitalizar o BRB está travado, não andou…
Ferramenta criada pela Confederação Brasileira das Associações Comerciais e Empresariais monitora despesas públicas para cobrar…
Redução de 0,25% na Selic, baixando a taxa para 14% ao ano, não foi considerada…
Representando 260 mil empresas no Distrito Federal, entidade afirma que é ilegal norma aprovada pela…
Por SAMANTA SALLUM O novo Centro de Inovação e Tecnologia construído na sede da Associação…