Líder de Legislativo local explicou que, para ser aprovado ainda neste ano, Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília precisa ser enviado pelo GDF até setembro
Por Samanta Sallum
O deputado Wellington Luiz (MDB), que preside à Câmara Legislativa, apontou três temas importantes para apreciação dos distritais. O primeiro já está em tramitação avançada que é a Lei de Parcelamento do Solo – será 1a do DF. O seguinte será o Refis (o programa de renegociação de dívidas tributárias) que o governo local vai, nos próximos dias, enviar ao legislativo. E o terceiro projeto de lei que destacou foi o Plano de Preservação do Complexo Urbanístico de Brasília (PPCUB).
“O projeto já foi bastante estudado e aperfeiçoado pelo Executivo. É hora do Legislativo debater e aprovar. Mas, para ser possível que isso ocorra ainda neste ano, ele precisa chegar à Câmara até setembro. Por ser um tema muito sensível para nossa capital, tem que passar por todas as comissões da Casa, seguindo o devido rito legislativo”, frisou o deputado. O projeto está terminando de ser elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do GDF.
Diálogo com o SindiAtacadista
Wellington Luiz participou ontem de um almoço a convite da diretoria do Sindicato do Comércio Atacadista do DF (SindiAtacadista) para tratar de assuntos institucionais de interesse do setor. “Importante esse diálogo. É um trabalho pelo bem da economia local e, em consequência, para a geração de empregos no DF, com um setor que se destaca cada vez mais”, disse o presidente da Câmara.
Logística
Refis, PPCUB, Luos e destinação de áreas às margens das rodovias para instalação de empresas do atacado, propiciando mais eficiência na logística, estão na pauta de temas prioritários do SindiAtacadista no DF.
Setor que mais arrecada
“A participação da Câmara Legislativo nesses assuntos é de extrema importância, junto com o Poder Executivo. Temos uma pauta bem abrangente no DF. Hoje nós somos o segmento que mais arrecada impostos. Então, todo investimento que é feito no setor do atacado volta para a sociedade. Por exemplo, o atacado do DF foi o que mais cresceu na região Centro-Oeste. Nós tivemos um ano de maior retração econômica na maioria dos estados e no DF, mas o nosso setor aqui conseguiu crescer sua arrecadação”, ressaltou o presidente do SindiAtacadista, Álvaro Silveira Jr.
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